Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

CNJ adia votação sobre fim da aposentadoria compulsória de juízes

CNJ adia votação sobre fim da aposentadoria compulsória de juízes para crimes graves, buscando consenso para alinhar regimento ao STF

Nos últimos 20 anos, um total de 126 magistrados foram aposentados compulsoriamente após cometerem faltas graves - (crédito: Pedro França/CNJ)
0:00
Carregando...
0:00
  • CNJ adiou para 4 de agosto a votação sobre a extinção da aposentadoria compulsória como punição a magistrados por crimes graves.
  • A ideia é alinhar o regimento interno ao entendimento do STF de que a punição máxima é a perda do cargo e do salário, eliminando a aposentadoria‑prêmio.
  • O relator, conselheiro Ulisses Rabaneda, afirma que a mudança busca encerrar a percepção de impunidade e ampliar o consenso técnico.
  • Nos últimos 20 anos, 126 magistrados foram aposentados compulsoriamente após faltas graves.
  • A nova regra valerá para Processos Administrativos Disciplinares (PADs) e abrange crimes como venda de sentenças, assédio moral e sexual, além da concessão de benefícios indevidos a membros de facções criminosas.

O CNJ adiou para 4 de agosto a votação sobre o fim da aposentadoria compulsória como punição para magistrados que cometem crimes graves. A decisão visa alinhar o regimento interno do órgão à posição do STF.

A Primeira Turma do STF estabeleceu que a punição máxima envolve a perda do cargo e do salário, substituindo a antiga chamada “aposentadoria-prêmio”. O objetivo é tornar as sanções mais proporcionais aos desvios.

O relator da proposta, conselheiro Ulisses Rabaneda, afirma que a mudança reduz a percepção de impunidade. O CNJ busca maior consenso antes da aprovação final.

Contexto regulatório

Nos últimos 20 anos, 126 magistrados foram aposentados compulsoriamente após faltas graves. A nova regra prevê a aplicação de perda de cargo em casos de crimes como venda de sentenças, assédio e concessão de benefícios a facções criminosas.

Além disso, a padronização discutida atinge o julgamento de Processos Administrativos Disciplinares abertos para apurar condutas funcionais de magistrados. O objetivo é uniformizar procedimentos em tribunais de todo o país.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais