- A defesa de Davi Moraes da Silva, 32 anos, sobrinho do deputado Wellington Luiz, divulgou um vídeo afirmando que o Bar Responsa, na Asa Sul (DF), tratou o cliente de forma inadequada.
- O material sustenta que Davi foi obrigado a pagar por produtos não consumidos e que houve intervenção de um sargento da Polícia Militar do Distrito Federal para aplicar a cobrança.
- A defesa caracteriza a abordagem policial como ilegal, abusiva e criminosa, e diz que procedimentos correcionais já foram instaurados contra o sargento; há intenção de abrir ação indenizatória contra o bar.
- Davi foi preso na noite de sábado, 20/6, após uma confusão no bar, com a PM afirmando que ele apresentava sinais de embriaguez, ameaçou o gerente e tentou constranger os agentes.
- Durante a abordagem, ele teria dito ser sobrinho da autoridade e que a promoção de um policial não sairia; ele divulgou um áudio pedindo desculpas pelas declarações, classificando-as como infelizes.
O sobrinho do presidente da Câmara Legislativa do DF, Wellington Luiz, reafirmou, nesta terça-feira (23/6), que houve abuso de poder após fatos ocorridos no Bar Responsa, na Asa Sul. A defesa de Davi Moraes da Silva, 32 anos, divulgou um vídeo alegando tratamento inadequado pelo estabelecimento e pela ação policial. O vídeo envolve a defesa do cliente diante do episódio.
Conforme relatos, Davi foi preso na noite de sábado (20/6) após desacordos no bar. A Polícia Militar afirma que ele apresentava sinais de embriaguez, teria ameaçado o gerente e continuou agressivo mesmo após as orientações dos agentes. A corporação também diz que ele tentou constranger os policiais ao mencionar vínculos com autoridades.
A defesa sustenta que Davi foi obrigado a pagar por itens não consumidos e que houve intervenção policial indevida. O advogado afirma que o sobrinho de Wellington Luiz foi alvo de lesão corporal e abuso de autoridade durante a abordagem, e que procedimentos administrativos já foram abertos contra o sargento envolvido. Uma ação indenizatória contra o bar também está sendo considerada.
Defesa acusa tratamento abusivo e providências legais
O advogado de Davi informou que pretende acionar o bar judicialmente por danos ao consumidor. O comunicado afirma que houve conduta ilegal por parte do estabelecimento e questiona a atuação policial, que, segundo ele, teria sido acionada de forma inadequada. A defesa também citou que o cliente pediu desculpas pelas declarações feitas durante a gravação, reconhecendo que houve falha na fala.
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