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Depoimento de Bolsonaro não alterou esquema policial na casa do ex-presidente

Depoimento remoto de Bolsonaro não muda o monitoramento: duas viaturas sem identificação acompanham a residência e a tornozeleira eletrônica permanece

O ex-presidente Jair Bolsonaro terá que explicar arma encontrada em carro de militar
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  • O depoimento de Jair Bolsonaro à Polícia Civil do Distrito Federal não mudou o esquema de monitoramento na casa do ex-presidente, em condomínio no Jardim Botânico, em Brasília.
  • A Polícia Militar do Distrito Federal confirmou que o monitoramento continua no padrão usual, com duas viaturas sem identificação policial acompanhando o ex-chefe do Executivo em tempo integral.
  • Bolsonaro utiliza tornozeleira eletrônica, conforme regime de prisão domiciliar.
  • O depoimento, feito remotamente, busca esclarecer a arma registrada em nome de Bolsonaro que foi apreendida durante uma blitz no carro de um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) responsável pela segurança do ex-presidente; a defesa informou que a arma pertence ao ex-presidente e que ele pediu conserto após identificar uma falha.

O depoimento de Jair Bolsonaro (PL) à Polícia Civil do Distrito Federal, na tarde de terça-feira (23), não alterou o esquema de monitoramento na casa do ex-presidente. O monitoramento é feito por policiais militares, em condomínio no Jardim Botânico, em Brasília. O objetivo do depoimento é esclarecer questões sobre uma arma registrada em nome de Bolsonaro.

Segundo a Polícia Militar do DF, o padrão de rondas permanece o mesmo desde o início da prisão domiciliar. Duas viaturas sem identificação policial acompanham o ex-presidente em tempo integral. Bolsonaro também utiliza tornozeleira eletrônica.

O depoimento ocorreu de forma remota e visa responder a perguntas sobre a arma apreendida durante uma blitz no carro de um militar do Gabinete de Segurança Institucional, responsável pela segurança de Bolsonaro. A defesa informou ao STF que a arma é de Bolsonaro e que houve pedido de conserto após uma falha constatada no objeto.

A apuração envolve o histórico de guarda da arma e as circunstâncias da apreensão durante a fiscalização. Não houve alterações no protocolo de segurança nem no acompanhamento policial, segundo a corporação. O caso continua sob o escrutínio do STF e das autoridades competentes.

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