- Erika Hilton acusa o PSOL de oferecer menos estrutura logística e de segurança para sua campanha em São Paulo do que para Manuela D’Ávila.
- Ela diz estar chocada e decepcionada, afirmando que acordos foram descumpridos para superar a cláusula de barreira.
- A deputada negra e travesti denuncia privilégio branco e cis na distribuição de recursos e prioridade entre candidaturas.
- Manuela D’Ávila é apontada como a principal aposta do PSOL para 2027; o partido não possui senador há mais de dez anos.
- Hilton sustenta que houve desmontagem de políticas nacionais de inclusão sob a presidência de Paula Coradi e que lideranças em estados como Rio de Janeiro e São Paulo sofrem impacto, cobrando cumprimento dos acordos.
Erika Hilton (PSOL-SP) denunciou publicly falhas na estrutura do PSOL, afirmando estar chocada e decepcionada com o descumprimento de acordos para sua reeleição. A deputada critica a logística e a segurança necessárias para viagens de campanha em São Paulo.
Ela aponta que Manuela D’Ávila, recém-chegada ao partido, recebe prioridade maior, e cita Juliano Medeiros, presidente da Federação PSOL-Rede, como tendo a mesma prioridade de uma nova filiada. Hilton afirma que isso configura privilégio de certos perfis.
A parlamentar afirma ter se mantido no PSOL para ajudar a superar a cláusula de barreira e sustentar uma bancada de esquerda mais forte. Segundo ela, é preciso cumprir os acordos firmados para evitar inviabilizar candidaturas.
Hilton também citou impactos em lideranças de outros estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, destacando problemas na distribuição de recursos e na inclusão prevista pela política nacional de inclusão do partido.
Ela divulgou uma nota em que diz estar surpresa com a postura da direção e reforça a necessidade de transparência e cumprimento de compromissos para a viabilidade eleitoral do PSOL.
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