- Larry, o gato oficial de Downing Street, chegou em 2011 e já conviveu com seis primeiros-ministros: David Cameron, Theresa May, Boris Johnson, Liz Truss, Rishi Sunak e Keir Starmer; hoje tem cerca de 19 anos.
- O felino, conhecido como “chefe caçador de ratos”, participa de eventos e já ganhou notoriedade pelo humor em torno de sua função.
- Em momentos diplomáticos, Larry aparece em fotos oficiais; durante a recepção do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, ele roubou a cena e o episódio viralizou.
- Keir Starmer anunciou na segunda-feira, 22 de junho de 2026, que deixará o cargo de primeiro-ministro, abrindo caminho para a escolha de um novo líder trabalhista; o processo começa em 9 de julho.
- Entre os nomes cotados para substituir Starmer está Andy Burnham, apontado como um dos favoritos por alguns setores dentro do partido.
Larry, o gato oficial de Downing Street, chegou em 2011 e desde então acompanhou seis primeiros-ministros britânicos. Adoptado por David Cameron, ocupa o papel simbólico de “chefe caçador de ratos” e é presença constante em eventos da residência oficial.
Ao longo dos anos, o felino cruzou momentos marcantes da política britânica, incluindo o Brexit e as mudanças de governo. Mesmo com a dúvida sobre sua eficiência, Larry ganhou popularidade entre funcionários e público, aparecendo com frequência em atividades oficiais.
Durante encontros diplomáticos, Larry já roubou a cena em imagens públicas, chegando a viralizar nas redes sociais após um registro com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. O animal é hoje figura lendária de Downing Street.
Sétimo líder? histórico de Larry com os premiês
David Cameron (2010–2016) adotou o gato, que se tornou símbolo da residência. Theresa May (2016–2019) abriu caminho para queLarry continuasse presente. Boris Johnson (2019–2022), Liz Truss (2022) e Rishi Sunak (2022–2024) manteram a convivência. Keir Starmer (2024–atual) também conviveu com o felino.
Keir Starmer confirmou na segunda-feira a renúncia ao cargo de primeiro-ministro, abrindo espaço para a escolha de um novo líder trabalhista. O partido trabalha com o prazo de escolher o substituto a partir de 9 de julho, antes do retorno dos trabalhos parlamentares.
Entre os nomes cotados para sucedê-lo está Andy Burnham, apontado como favorito por analistas. A decisão também pode redesenhar o mapa político britânico no ano em que o país busca estabilidade governamental.
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