- Na Paraíba, são quatro pré-candidatos ao governo e oito ao Senado; as candidaturas serão oficializadas em julho, com convenções entre 20 de junho e 5 de agosto, segundo o TSE.
- Cícero Lucena (MDB) disputa o governo; Diogo Cunha Lima (PSD) é pré-candidato a vice-governador e é filho do ex-governador Cássio Cunha Lima.
- Lucas Ribeiro, atual governador, lidera a chapa ao lado de candidatos com apoio do PT; ele é filho da senadora Daniella Ribeiro e aliado de lideranças do PP e do Republicanos.
- Efraim Filho (PL) representa a ala conservadora; Olímpio Rocha (PSOL) também está entre os pré-candidatos ao governo.
- Entre os nomes que aparecem como pré-candidatos ao Senado estão Veneziano Vital do Rêgo, Marcelo Queiroga, Nabor Wanderley, Major Fábio e André Gadelha.
Foi confirmado que a Paraíba tem quatro pré-candidatos ao governo e oito ao Senado, para as eleições de outubro. As candidaturas só serão oficializadas nas convenções entre 20 de junho e 5 de agosto, conforme o TSE. Enquanto isso, — partidos e pré-candidatos — já trabalham com recursos e propostas.
Entre os nomes para o Palácio dos Despachos, Cícero Lucena (MDB) lidera, concorrendo com Diogo Cunha Lima como pré-candidato a vice-governador. Lima é empresário da Paraíba e filho do ex-governador Cássio Cunha Lima (PSD). A chapa é vista como competitiva na região.
Outro filiado à disputa é Lucas Ribeiro, atual governador, cuja candidatura é apoiada pelo PT. Ribeiro foi eleito após a renúncia de João Azevedo (PSB) para concorrer ao Senado. Além de laços familiares na política, ele tem apoio de lideranças nacionais do PP e de integrantes da Câmara.
Sobre o Senado
A Paraíba tem oito pré-candidatos ao Senado, com diferentes alinhamentos partidários. Entre as formações, estão nomes ligados a alianças tradicionais e novas lideranças regionais. A janela de pré-campanha permite divulgar propostas, encontros com setores locais e visitas políticas.
Conduta na pré-campanha
Na fase de pré-campanha, os cotados podem falar sobre a candidatura, participar de entrevistas, debates e redes sociais. Também é permitido buscar apoio político (sem pedido de voto), realizar viagens e encontros com lideranças locais e comunidades.
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