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Banco de Edir Macedo pratica as mesmas ações do Master

PF bloqueia R$ 670 milhões do Banco Digimais, apontando fraudes graves em balanços e superavaliação de ativos; paralelo com o caso Master é destacado

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  • A Polícia Federal abriu investigação sobre Edir Macedo, líder da Igreja Universal e proprietário do Banco Digimais, por suspeitas de fraudes financeiras de grande escala.
  • Houve o bloqueio judicial de R$ 670 milhões em bens da instituição, evidenciando a gravidade dos indícios.
  • Relatórios do Banco Central embasaram a apuração, apontando irregularidades como manipulação de balanços e superavaliação de ativos para simular saúde financeira inexistente.
  • A investigação levanta questões sobre o apoio político e administrativo ao banco, incluindo o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
  • Há semelhanças apontadas entre o modus operandi do Digimais e o caso do Banco Master, conforme o programa de Noblat.

No programa de TV apresentado por Noblat, nesta terça-feira (23), a Polícia Federal divulgou a abertura de investigação contra Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus e proprietário do Banco Digimais. A PF apura fraudes financeiras relevantes envolvendo a instituição.

O bloqueio judicial de bens alcançou o valor de 670 milhões de reais, evidenciando o tamanho do suposto rombo encontrado pela fiscalização. A medida ocorre no âmbito das apurações que envolvem a gestão do banco.

Relatórios do Banco Central sustentam os indícios de irregularidades que estariam sendo investigadas pela PF. Entre as suspeitas estão manipulação de balanços e superavaliação de ativos, alegadamente para apresentar uma saúde financeira superior à real.

A apuração também levanta a possibilidade de aval político e administrativo ligado ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ao banco de Edir Macedo. As informações indicam semelhanças com o modo de operação observado no caso do Banco Master.

Contexto e desdobramentos

Relatórios do Banco Central, que já atuou na exclusão do Banco Master de Daniel Vorcaro, são citados como base para as investigações contra o Digimais. As autoridades buscam confirmar se houve fraude de grande escala e quais seriam os responsáveis.

Ainda não houve conclusão sobre as responsabilidade individuais além de Edir Macedo, nem sobre eventuais consequências legais previstas para a instituição financeira envolvida. As apurações seguem em andamento pela Polícia Federal.

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