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Caso Gritzbach: TJSP marca novas datas para júri após anulação

TJ remarca júri de três PMs no caso Gritzbach para 22 a 26 de fevereiro de 2027, após anulação do julgamento, com prisão preventiva mantida

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  • O Tribunal de Justiça de São Paulo remarcou o júri popular dos três policiais militares para 22 a 26 de fevereiro de 2027, em Guarulhos, relacionado ao assassinato de Vinícius Gritzbach e do motorista de aplicativo Celso Novais.
  • O julgamento, que havia começado em 22 de junho, foi anul…ado após cerca de nove horas por uma discussão entre a defesa e o promotor, levando à suspensão dos trabalhos.
  • Os réus continuam presos: o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antonio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues; a prisão preventiva foi mantida pelo juiz.
  • Na ocasião do crime, Gritzbach foi atingido na área de desembarque após dois homens encapuzados descerem de um veículo, atirarem com fuzis e efetuarem 29 disparos, cinco vezes mais de 10 atingidos, incluindo o rosto.
  • Além dele, um taxista morreu e outras duas pessoas ficaram feridas; o ataque ocorreu durante a tentativa de execução.

O Tribunal de Justiça de São Paulo remarcou o júri popular dos três policiais envolvidos no caso Gritzbach para as datas de 22 a 26 de fevereiro de 2027. Os réus respondem pela morte do empresário Vinícius Gritzbach, delator do PCC, e do motorista Celso Novais.

O julgamento havia começado na segunda-feira, 22 de junho, e foi interrompido cerca de nove horas depois durante uma discussão entre a defesa e o promotor Rodrigo Merli Antunes. Os advogados deixaram o plenário, o que levou à suspensão dos trabalhos.

Os réus permanecem presos: o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antonio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues. A decisão manteve a prisão preventiva, com base nos fundamentos que justificaram a medida, sem alterações que favoreçam a soltura.

Segundo relatos, no dia da execução Vinícius Gritzbach passava pela área de desembarque quando um carro parou no local. Dois homens encapuzados desceram, vestindo coletes à prova de balas e portando fuzis, e atiraram assim que o alvo se aproximou.

Foram 29 disparos, com 10 atingindo Gritzbach, que morreu no local. Um jornalista também foi atingido, o taxista que conduzia a viagem perdeu a vida e outras duas pessoas ficaram feridas pelos tiros.

As investigações seguem para esclarecer mandantes, participação de cada acusado e eventuais ligações entre o atentado e operações do PCC na região. A nova data do júri foi definida pelos desembargadores do TJSP.

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