- O PSOL informou que Érika Hilton receberá 2,3 milhões de reais para a campanha, dentro do teto de 3,1 milhões do TSE.
- A deputada afirmou que será a maior puxadora de votos do PSOL, destacando o papel estratégico da candidatura na disputa.
- Guilherme Boulos foi o maior puxador de votos do PSOL em 2022, com mais de 1 milhão de apoios; Hilton teve 256,9 mil votos em São Paulo à época.
- Hilton criticou a divisão de recursos do partido e disse que o método atual pode inviabilizar sua atuação, mencionando suposta prioridade igual para Juliano Medeiros.
- A parlamentar também questionou a distribuição de recursos em relação a Manuela D’Ávila, acusando a diretriz de privilegiar fatores como gênero, raça e deficiência.
Após contestar publicamente a divisão de recursos do PSOL para as campanhas deste ano, Érika Hilton recebeu uma indicação interna de que terá 2,3 milhões de reais para a próxima eleição. O teto do TSE para candidatos é de 3,1 milhões.
O anúncio foi feito pelo presidente da federação PSOL-Rede, Juliano Medeiros, que também deve concorrer a uma vaga na Câmara. Humber, o valor é considerado menor que o de 2022 para a legenda, quando Guilherme Boulos liderou as captações.
Hilton informou, em publicação nas redes sociais na terça-feira, 23, que permanece no PSOL para ajudar a superar a cláusula de barreira, ampliar a bancada de esquerda e cumprir compromissos com sua corrente. Ela citou falhas no cumprimento de acordos internos.
A deputada questionou critérios de distribuição de recursos, alegando prioridade de Medeiros equivalente à dela, enquanto Manuela D’Ávila, recententemente filiada, receberia mais que o dobro da soma dela. Ela conectou a decisão a privilégios internos ligados a gênero e raça.
Nuances sobre a distribuição interna permanecem sem resposta oficial, com alegações de falta de mecanismos que valorizem diversidade. O PSOL não confirmou novos critérios nem valores adicionais para outras candidaturas.
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