- Flávio Bolsonaro publicou um vídeo feito com inteligência artificial simulando resgatar Neymar para a seleção na Copa do Mundo de 2026.
- A publicação ocorreu pouco depois de Lula brincar que Neymar seria o “primeiro convocado home office” durante evento em Belo Horizonte.
- No vídeo, o senador aparece com uniforme semelhante ao da Força Aérea e pilotando uma aeronave com as cores do Brasil, até Neymar entrar em campo pela seleção.
- A postagem foi feita horas antes do Brasil enfrentar a Escócia em Miami, com Neymar, recuperado de lesão, podendo retornar ao torneio.
- Sobre uso de IA em campanhas, o Tribunal Superior Eleitoral estabelece que deepfakes são proibidos para candidaturas, mas conteúdos gerados por IA podem ser usados desde que identificados e informem a ferramenta utilizada.
Conteúdo base reescrito para o Portal Tela
Flávio Bolsonaro publicou nesta quarta-feira um vídeo feito com inteligência artificial que mostra o senador resgatando Neymar para entrar em campo pela Seleção na Copa do Mundo de 2026. A cena é simulada e aparece em redes sociais do parlamentar.
O material surge dias após Lula brincar, em Belo Horizonte, que Neymar seria o primeiro convocado home office. O comentário foi feito durante evento local e riu da situação aos presentes.
Na gravação, o senador pilota uma aeronave com as cores do Brasil e determina a preparação da missão. Em seguida, Neymar é mostrado treinando e, por fim, entrando em campo com apoio da torcida.
A publicação ocorreu pouco antes de o Brasil enfrentar a Escócia, em Miami, pela Copa, às 19h (horário de Brasília). Neymar volta a campo após se recuperar de lesão na panturrilha.
Missão de hoje: o resgate do menino Ney, escreveu Flávio na legenda ao publicar o vídeo. O conteúdo utiliza IA para representar a atuação do jogador pela seleção.
Uso de IA em campanhas
Desde fevereiro de 2024, o TSE proíbe deepfakes em conteúdos que possam beneficiar ou prejudicar candidaturas. A regra vale para pessoas reais ou fictícias.
Em março, o tribunal permitiu o uso de conteúdos criados com IA, desde que haja identificação clara da geração por IA e informação sobre a ferramenta utilizada.
A decisão busca equilibrar inovação tecnológica com a transparência electoral, impondo regras para a divulgação de conteúdos gerados por IA em campanhas.
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