- Funcionários da fábrica da Midea em Pouso Alegre paralisaram as atividades na terça-feira, 23 de junho, após denúncia de agressão de um gerente chinês.
- A vítima, do setor de qualidade, teria recebido tapas nas costelas e golpes com uma borracha de vedação durante o expediente.
- A paralisação contou com um ato na porta da unidade, que reuniu centenas de trabalhadores; o sindicato ameaça greve se as medidas não forem consideradas satisfatórias.
- O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pouso Alegre, Francisco Pereira, e o presidente da CUT-MG, Jairo Nogueira, classificaram a violência como inadmissível e defenderam apuração rigorosa.
- A empresa informou estar ciente das alegações, afastou o envolvido e disse que apura os fatos com seriedade e imparcialidade, permanecendo aberta a esclarecimentos.
O que aconteceu
Funcionários da fábrica da Midea em Pouso Alegre paralisaram as atividades na terça-feira, 23 de junho, após a denúncia de agressão a um trabalhador por um gerente de origem chinesa. A paralisação ocorreu na unidade da empresa, no Sul de Minas.
Quem está envolvido
A vítima trabalha no setor de qualidade. O episódio envolve um gerente da empresa, de origem chinesa, segundo relatos dos trabalhadores ouvidos pelo sindicato. O movimento contou com a participação de centenas de funcionários na porta da fábrica.
Quando e onde ocorreu
A interrupção das atividades ocorreu na manhã de 23 de junho, na unidade da Midea em Pouso Alegre, município do Sul de Minas. A passeata bateu o extremo da paralisação com um ato na entrada da unidade.
Por que aconteceu
O protesto é uma resposta à alegação de agressão física durante o exercício de funções. Trabalhadores dizem ter sido atingidos com tapas nas costelas e com uma borracha de vedação durante o turno. O sindicato avalia medidas adicionais, incluindo greve, caso as demandas não sejam atendidas.
Desdobramentos e posicionamentos
O Sindicato dos Metalúrgicos de Pouso Alegre afirmou que o episódio é inaceitável e cobra providências da empresa. A decisão de manter ou não a paralisação dependerá das medidas adotadas pela gestão.
Repercussões políticas e institucionais
A direção da CUT-MG participou da mobilização, reforçando a indignação com qualquer forma de violência no ambiente de trabalho. Uma vereadora local comentou a necessidade de apuração rigorosa dos fatos e responsabilização, se confirmado.
Resposta da empresa
A Midea informou ter ciência das alegações e que adotou medidas previstas em seus protocolos internos, afastando o acusado enquanto a apuração ocorre. A empresa afirmou não compactuar com violência, assédio ou conduta incompatível com seus valores.
Comoção local e próximos passos
A situação mobiliza trabalhadores e representantes locais, que aguardam resultados de investigações internas. A apuração deve esclarecer fatos, responsabilidades e eventuais medidas disciplinares ou legais.
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