- O Real Time Big Data identificou queda na popularidade de Luiz Inácio Lula da Silva após investigações sobre o Banco Master atingirem Jaques Wagner, líder do governo no Senado.
- O monitoramento diário aponta que a associação do caso ao PT pesou sobre a imagem do presidente, segundo o CEO Lucas Thut Sahd, em entrevista ao VEJA em Foco.
- Sahd afirmou que o impacto é menor do que o observado com Flávio Bolsonaro, porque as acusações não recaem diretamente sobre Lula, mas atingem o partido.
- Mesmo com o desgaste, o instituto aponta recuperação gradual nos indicadores de aprovação, com a desaprovação do governo caindo de acima de quarenta para trinta e oito por cento.
- A avaliação é de que medidas para a população de menor renda, como o programa Desenrola e a discussão sobre reduzir a jornada de trabalho, ajudam na percepção positiva, e que novos desdobramentos do caso podem influenciar a campanha de 2026.
O Real Time Big Data aponta queda na popularidade de Lula após as investigações sobre o Banco Master atingirem o líder do governo no Senado, Jaques Wagner. O monitoramento diário mostra o efeito negativo da associação entre o caso e o PT.
Segundo o levantamento, o desgaste não é apenas por o caso atingir Wagner, mas pela ligação indireta com o governo. A avaliação é de que a imagem presidencial sofre menos impacto do que a de Flávio Bolsonaro, que enfrenta acusações diretas.
Apesar do recuo, há sinais de recuperação gradual. O portal aponta que a desaprovação, que chegou a superar 40%, recuou para 38%. Medidas voltadas a parcelas da população de menor renda são citadas como contribuição para esse movimento.
Impacto político e desdobramentos
O executivo afirma que as ações econômicas voltadas aos menos favorecidos influenciam a percepção pública. Entre estas, destacam-se o Desenrola e propostas para reduzir a jornada de trabalho. A leitura é de que escolhas econômicas podem melhorar a avaliação do governo.
O analista também observa que o caso envolvendo o Banco Master pode repercutir no cenário eleitoral de 2026. O monitor aponta que novas revelações envolvendo aliados de diferentes campos podem surgir durante a pré-campanha, potencialmente alterando intenções de voto. Fonte citada: VEJA em Foco.
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