- O ministro André Mendonça determinou que a Papuda explique se Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, foi pressionado para falar sobre delação premiada.
- A solicitação ocorreu após uma revista, durante um depoimento informal sem a presença de advogados.
- Antônio Carlos Camilo Antunes está preso desde setembro, acusado de integrar esquema de fraudes e descontos ilegais de beneficiários do INSS.
- Mendonça deu prazo de quarenta e oito horas para a resposta da direção da unidade penitenciária.
- A decisão exige que a Papuda detalhe os fatos narrados e, se houver provas, identifique os agentes envolvidos na diligência.
O ministro André Mendonça, do STF, determinou que a Papuda explique se o detento Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, foi pressionado para falar sobre delação premiada. A solicitação envolve depor após uma revista, em depoimento informal, sem advogados presentes.
A defesa sustenta que o cliente foi levado a depor sem autorização judicial e questionado sobre possível acordo de delação. A oitiva ocorreu após a revista na unidade, segundo os advogados.
Antônio Camilo está preso desde setembro do ano passado, acusado de participar de fraudes e descontos ilegais a beneficiários do INSS. A decisão estabelece prazo de 48 horas para a Papuda apresentar resposta.
A autoridade também exige que a diretoria da penitenciária relate os fatos com detalhes e, se houver indícios, identifique os agentes envolvidos na diligência.
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