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PT decide lançar candidatura em Minas após reunião com Lula, sem nome

PT decide candidatura própria ao governo de Minas após reunião com Lula; Marília Campos surge como cotada, mas há resistência interna e discussão sobre alianças

Reunião com Lula definiu candidatura própria do PT em Minas Gerais
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  • O PT decidiu ter candidatura própria ao governo de Minas Gerais após reunião da bancada mineira com o presidente Lula, em 24 de junho de 2026.
  • A confirmação do apoio a essa candidatura veio em nota da deputada estadual Leninha, presidente do PT-MG, que afirmou o pacto coletivo e a continuidade do diálogo com forças políticas do estado.
  • A principal cotada é a ex-prefeita Marília Campos, que tem defendido a possibilidade de o PT apoiar uma chapa encabeçada por outra legenda.
  • Uma das opções discutidas era uma aliança com o pré-candidato do MDB, Gabriel Azevedo, mas houve resistência interna no PT de Minas em razão do histórico dele.
  • Na semana passada, Marília não participou de dois eventos de Lula em Belo Horizonte e Divinópolis, o que foi interpretado como sinal de descontentamento com a movimentação eleitoral.

O PT decidiu lançar candidatura própria ao governo de Minas Gerais após reunião entre a bancada mineira e o presidente Lula nesta quarta-feira, 24. A legenda ainda não definiu o nome que disputará o segundo maior colégio eleitoral do país.

A decisão foi confirmada em nota pela deputada estadual Leninha, presidente estadual do PT-MG. O texto indica que o entendimento é manter a candidatura própria e que as definições sobre o projeto ocorrerão nos próximos dias, com diálogo junto a forças políticas comprometidas com um projeto democrático.

A ex-prefeita Marília Campos surge como principal cotada, mas atua defendendo que o melhor caminho seria apoiar uma chapa encabeçada por outra sigla. Entre as possibilidades discutidas estava uma aliança com o MDB, avaliação que enfrentou resistência interna no PT de Minas.

Na última semana, Marília não participou de dois encontros com Lula em Belo Horizonte e Divinópolis. A ausência foi interpretada como sinal de desconforto com a movimentação para apostar numa candidatura própria. Ela informou estar focada na pré-campanha ao Senado, com agenda em outra região do estado.

Cenário interno e próximos passos

O PT analisa as próximas etapas da disputa, incluindo possíveis consultas internas e alinhamentos com aliados. A expectativa é formalizar o nome em breve, seguindo o ritmo das negociações que devem ocorrer nos próximos dias.

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