- Valdemar Costa Neto, presidente do PL, afirma que o STF deve manter a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, indicando que não há elementos para reversão.
- Ele aponta que Bolsonaro está numa situação muito difícil e precisa de cuidados médicos; Michelle Bolsonaro cuida dele.
- A decisão sobre prorrogação cabe ao ministro Alexandre de Moraes, que analisa laudos médicos e o histórico clínico do ex-presidente; decisão esperada nesta tarde.
- Valdemar diz que a manutenção da prisão domiciliar reduz a participação de Bolsonaro na política e impacta a oposição e as articulações eleitorais.
- O contato de Bolsonaro com aliados estaria limitado, ocorrendo principalmente com a família e em conversas pontuais com o senador Flávio Bolsonaro.
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou ao Correio que acredita na continuidade da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, o STF não teria elementos para sustentar a revogação da medida.
Valdemar disse acreditar que a prorrogação é provável, dadas as dificuldades de Bolsonaro. Ele destacou que a esposa Michelle Bolsonaro cuida do marido, e que o ex-presidente precisaria de cuidados médicos, o que sustenta a manutenção da domiciliar.
Aspectos legais e impactos políticos
O dirigente apontou que a saúde de Bolsonaro influencia o cenário da oposição e as articulações para as eleições. Segundo ele, as restrições reduzem a participação direta do ex-presidente no processo político.
Ainda conforme o PL, o contato de Bolsonaro com aliados está limitado, ocorrendo principalmente com a família e o senador Flávio Bolsonaro. A defesa continua acompanhando recursos no Supremo relacionados às investigações citadas como trama golpista.
A decisão sobre a prorrogação cabe ao ministro Alexandre de Moraes, que analisa o pedido com base em laudos médicos. A expectativa é de que Moraes divulgue a decisão no final da tarde, segundo informações de fontes próximas ao caso.
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