- Marília Campos, ex-prefeita de Contagem, critica a decisão do PT de lançar candidatura própria ao governo de Minas e mantém o foco na disputa pelo Senado.
- A manifestação ocorreu um dia depois de o PT reafirmar a busca por um nome da legenda para o Palácio Tiradentes; Marília diz que a escolha pode enfraquecer o campo democrático.
- Ela defende uma frente ampla com PCdoB, PV, PSB, MDB, Rede, PSol e PDT, em vez de lançar um candidato próprio.
- Marília continua com a pré-candidatura ao Senado, aprovada pelo PT desde janeiro, e recebe apoio do presidente nacional do PT, Edinho Silva.
- O PT decidiu, em reunião com Lula, lançar candidatura ao governo; nomes cotados incluem Marília Campos, Rogério Correia, Reginaldo Lopes, Beatriz Cerqueira e Sandra Goulart, mas a prioridade de Marília é o Senado.
Belo Horizonte – Marília Campos, ex-prefeita de Contagem e pré-candidata ao Senado pelo PT, classificou a decisão de lançar candidatura própria ao governo de Minas Gerais como um equívoco estratégico. Ela afirma que a prioridade da legenda é a disputa pelo Senado e não a disputa estadual.
Marília divulgou a avaliação nesta quinta-feira, dia 25 de junho, um dia após o PT confirmar, em reunião com o presidente Lula, a intenção de buscar um nome interno para concorrer ao Palácio Tiradentes. A ex-prefeita sustenta que o cenário mineiro exige união entre forças que apoiam o governo federal.
Ela sustenta que, embora a decisão seja legítima politicamente, pode enfraquecer o campo democrático em Minas. O texto ressalta a necessidade de diálogo e de uma ampla aliança entre partidos que sustentam o governo federal para enfrentar os desafios de 2026.
Disputa pelo Senado é prioridade
A manifestação reitera que a pré-candidatura de Marília Campos ao Senado foi aprovada pelas instâncias do PT desde janeiro e conta com apoio do presidente nacional, Edinho Silva. A nota aponta que esse palanque pode contribuir para a reeleição de Lula no estado.
De acordo com a nota, Marília deixou a prefeitura de Contagem para percorrer Minas, dialogando com prefeitos, vereadores, representantes do setor produtivo e movimentos sociais. O documento ressalta que o estado não possui atualmente senadores da base do governo.
A mensagem enfatiza ainda que o momento exige responsabilidade política e alianças amplas, mantendo o foco na construção de uma alternativa viável para Minas Gerais. A ex-prefeita continua buscando diálogo com diferentes setores para fortalecer a candidatura ao Senado.
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