- Michelle Bolsonaro revelou as dificuldades do PL Mulher em manter candidaturas femininas devido a acordos entre a ala masculina do partido; a cota de trinta por cento de vagas para mulheres é discutida, com três nomes citados como pretendentes ao Senado.
- Carol de Toni, deputada, era a candidata indicada para Santa Catarina, mas quase perdeu a vaga por um acordo entre o PL e Esperidião Amin; a solução foi lançar uma chapa pura com Carol de Toni e Carlos Bolsonaro para as duas vagas do Senado no estado.
- Carol de Toni é autora de um projeto de lei que pretende acabar com as cotas de mulheres nas eleições.
- A cota de trinta por cento para candidatas mulheres foi mencionada como parte do embate interno no PL, envolvendo também Bia Kicis para o Distrito Federal e Priscila Costa para o Ceará.
- Um vídeo divulgado por Michelle Bolsonaro, antes do jogo entre Brasil e Escócia, destacou a discussão sobre o tema e a dificuldade de avançar com as candidaturas femininas dentro do partido.
Carol de Toni, deputada e apoiada por ex-primeira-dama, está no centro de disputa interna sobre o PL Mulher, que busca reduzir ou extinguir cotas de vagas femininas nas eleições. A pauta ganhou força durante acordos políticos da ala masculina do partido.
Segundo Michelle Bolsonaro, houve resistência interna ao chamar para manter a cota de 30% para candidatas mulheres, prevista em lei. Ela apontou que desejava três vagas específicas: Carol de Toni em Santa Catarina, Bia Kicis no DF e Priscila Costa no Ceará.
Contexto da disputa dentro do PL
A deputada Carol de Toni quase perdeu sua vaga em negociação com Carlos Bolsonaro e Esperidião Amin, em um acordo entre siglas. A solução para evitar rupturas foi lançar chapa pura, com Carol de Toni e Carlos Bolsonaro disputando as duas vagas do Senado em Santa Catarina.
Carol de Toni é autora de projeto de lei que propõe extinguir o dispositivo de cotas. A parlamentar argumenta que, embora o incentivo à participação feminina seja louvável, a atual cota gera dificuldade para que parte das mulheres se engaje na política partidária.
Implicações políticas e atualizações
A discussão interna evidencia uma tensão entre defesa de participação feminina e propostas de flexibilização da regra de cotas. O desfecho pode impactar alianças e estratégias eleitorais envolvendo o PL e aliados em diferentes estados.
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