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Vereador do PT é preso em SP por ligação de empresa de ônibus ao PCC

Vereador do PT é preso em São Paulo por lavar dinheiro do PCC em empresa de ônibus, a quarta investigada na operação Última Parada

Justiça suspendeu decreto que encerrava o contrato da Prefeitura de SP com a empresa de ônibus Transwolff.
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  • Gaeco e Deic deflagraram, em 25 de [mês], a Operação Última Parada para coibir infiltração do PCC no transporte público de São Paulo.
  • É a quarta empresa de ônibus na capital investigada por ligação com a facção criminosa.
  • O vereador Senival Moura (PT), 1º secretário da Câmara Municipal, foi preso sob acusação de lavar dinheiro do crime organizado na empresa Transunião.
  • O presidente da Transunião, Lourival de França Monário, também foi alvo da operação.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual e o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) deflagraram a Operação Última Parada, nesta quinta-feira, 25, em São Paulo. A ação mira a infiltração do PCC no transporte público da cidade e aponta outros órgãos investigativos como envolvidos.

Pela primeira vez, um vereador da capital foi preso na operação. Senival Moura (PT), 1º secretário da Câmara Municipal, é acusado de lavar dinheiro ligado ao crime organizado na empresa Transunião, segundo as investigações. O presidente da empresa, Lourival de França Monário, também teve mandado cumprido.

A operação aponta que a Transunião estaria entre as quatro empresas de ônibus ligadas ao transporte público da capital investigadas por elo com o PCC. O objetivo, segundo o Ministério Público, é desarticular fluxos financeiros que alimentariam atividades da facção.

Detalhes da ação

Os agentes cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão em locais ligados à empresa e a pessoas intermediárias das operações financeiras. A apuração envolve desdobramentos sobre lavagem de dinheiro e movimentações ativas com origem em atividades criminosas. As apurações seguem sob sigilo.

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