- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para 1º de julho de 2026, às 8h, uma reunião na Presidência para debater a PEC da escala 6 X 1.
- A proposta está parada na Casa desde 28 de maio, aguardando despacho do senador amapaense para iniciar a tramitação.
- A PEC, se aprovada, reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução salarial.
- Participarão do encontro a líder do Governo no Senado, Teresa Leitão, os deputados Erika Hilton e Reginaldo Lopes, além de Rick Azevedo, criador do Movimento VAT.
- O Planalto quer aprovar a PEC antes do recesso, que começa em 17 de julho; após o encontro, o Senado fará sessão temática e discutirá o tema com senadores e especialistas, enquanto Alcolumbre defende tramitação pelas comissões.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para a próxima quarta-feira, 1º de julho de 2026, às 8h, uma reunião na Presidência para debater a PEC da escala de 6 x 1. O objetivo é destravar a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem salário menor. A proposta estava parada no Senado desde 28 de maio, aguardando despacho do senador amapaense.
Participantes confirmados incluem a líder do Governo no Senado, Teresa Leitão, além dos deputados Erika Hilton e Reginaldo Lopes. Também marcaram presença o vereador Rick Azevedo, do Rio de Janeiro, idealizador do Movimento VAT (Vida Além do Trabalho). A ideia é consolidar apoio para acelerar o andamento da PEC.
O Planalto busca aprovar o texto antes do recesso legislativo, que começa em 17 de julho. Após a reunião com Alcolumbre, o Plenário deve receber sessão temática com senadores e especialistas para aprofundar o tema. O governo quer que a PEC siga direto para a CCJ e, em seguida, ao plenário, o que pode acelerar a tramitação.
Agenda e desdobramentos
A posição de Alcolumbre favorece a discussão em comissões temáticas, segundo interlocutores próximos. O Palácio do Planalto, por outro lado, pressiona para que a matéria siga apenas pela CCJ, com votação em plenário logo depois. A continuidade dos trabalhos depende do despacho e da coalizão no Senado.
Entre na conversa da comunidade