- Bolsonaro apresentou picos de pressão alta moderados ao longo da semana, controlados com doses extras da medicação.
- O tratamento para os casos recorrentes de soluço permanece no limite de segurança, sem alterações na prescrição.
- Os médicos apontaram efeitos colaterais da medicação: sonolência diurna e instabilidade no equilíbrio.
- Os pulmões continuam com sequela da pneumonia contratada em março.
- O boletim médico é semanal desde o início da prisão domiciliar; Bolsonaro foi condenado pelo STF a vinte e sete anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou picos de pressão alta moderados ao longo da semana, segundo boletim médico encaminhado ao STF. Os episódios foram contidos com doses extras da medicação em uso.
O relatório também aponta que o tratamento para os casos recorrentes de soluço permanece dentro do limite de segurança, sem alterações na prescrição. Efeitos colaterais observados incluem sonolência diurna e instabilidade no equilíbrio.
Os médicos indicam que os pulmões ainda apresentam sequelas da pneumonia contraida em março. O boletim é parte de uma série semanal de avaliações desde o início da prisão domiciliar.
Detalhes do boletim e contexto
O documento atual acompanha a evolução de Bolsonaro, de 71 anos, que cumpre prisão domiciliar humanitária monitorada. A última atualização aponta melhora no ombro operado e redução dos episódios de soluço em relação a semanas anteriores.
Conforme o STF, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Em março, houve autorização para permanecer em prisão domiciliar por 90 dias devido à condição de saúde.
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