- Haddad confirmou a chapa para o governo de São Paulo, com Marina Silva e Simone Tebet como candidatas ao Senado e Márcio França como vice.
- Partidos aliados apostam na suplência das titulares, buscando indicar nomes para compor o grupo de suplentes caso sejam eleitas.
- No PT, os nomes em evidência para a suplência são Laio Moraes, Ana Nice, Kiusam Oliveira e Ramatiz Jacinto.
- O PSB também tem Rubens Furlan como opção de suplente; o PDT pode indicar Marcelo Barbieri ou Antônio Neto Jacinto; PV aposta em Eduardo Jorge; PC do B, Alcides Amazonas.
- Após a primeira etapa, as siglas buscam consenso para atender aos pleitos internos, afirmou o presidente do PT de São Paulo, Kiko Celeguim.
O anúncio da chapa de Fernando Haddad para o governo de São Paulo acirrou a disputa interna pela suplência dos senadores Marina Silva e Simone Tebet, caso sejam eleitas. Haddad confirmou, na semana, que Marina e Tebet serão candidatas ao Senado, enquanto Márcio França ocupará a vaga de vice. A medida amplia a batalha entre os aliados para indicar suplentes.
No PT, o principal nome cogitado para a suplência é Laio Moraes, ex-chefe de gabinete de Haddad quando ele liderava a pasta da Fazenda. Outros nomes ventilados incluem a vereadora Ana Nice, o suplente Kiusam Oliveira e o professor Ramatiz Jacinto, todos ligados aos quadros locais da base petista.
Entre as siglas que apoiam Haddad, há também nomes do PSB com trajetória ligada ao grupo. Rubens Furlan, ex-prefeito de Barueri, surge como opção; já o PDT pode levar Marcelo Barbieri ou Antônio Neto Jacinto, enquanto o PV indicaria Eduardo Jorge e o PCdoB Alcides Amazonas. A expectativa é negociar acordos para que os suplentes façam parte do eventual ministério, caso haja reeleição de Lula.
A leitura geral aponta que as candidaturas titulares devem mobilizar as alianças nos estados, o que amplia a pressão para definir rapidamente os suplentes. A direção estadual do PT de São Paulo sinalizou que já iniciou a segunda etapa de construção, buscando ouvir todas as correntes e chegar a um consenso.
Essa fase de negociações ocorre diante da possibilidade de ministérios, caso Lula seja reeleito. Ao controlar a chapa, as siglas ampliam as opções de participação política de seus quadros, buscando monetizar votos regionais e manter o alinhamento com as expectativas do governo federal.
Segundo a liderança petista, o objetivo é assegurar nomes que mantenham a coesão interna e a representatividade de cada corrente dentro do projeto majoritário. A definição final dos suplentes deverá ocorrer de forma articulada entre PT, PSB, PDT, PV e PCdoB, entre outros aliados.
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