- Flávio Bolsonaro (PL-RJ) abriu uma queixa-crime ao STF contra o deputado André Janones por injúria, baseada em cinco publicações feitas entre março e junho de 2026.
- A defesa afirma que as postagens extrapolam a crítica política, contêm ofensas pessoais, injúrias e discurso de ódio com objetivo de desgastar a honra do senador.
- Entre os posts, Janones chama Flávio Bolsonaro de “bandido” em duas ocasiões e utiliza termos como “ladrão”, “vagabundo” e “miliciano”; também classifica o grupo político dele como “bandidagem” e “quadrilha”.
- Flávio pede indenização de, no mínimo, R$ 200 mil por danos morais, além da condenação criminal.
- A defesa cita como precedente a condenação do deputado Éder Mauro por difamação para sustentar a responsabilização de Janones.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) abriu uma queixa-crime no STF contra o deputado André Janones (Rede-MG) por injúria, com base em cinco publicações nas redes sociais entre março e junho de 2026. A ação foi apresentada nesta quinta-feira, 25 de junho, conforme a defesa do senador.
A defesa de Flávio afirma que as postagens extrapolam a crítica política e contêm ofensas pessoais, expressões injuriosas e um discurso de ódio. Segundo o documento, o objetivo é atingir a honra e desgastar a imagem pública do parlamentar.
Entre as publicações anexadas ao processo, Janones teria chamado Flávio Bolsonaro de bandido em duas ocasiões e utilizado termos como ladrão, vagabundo e miliciano para se referir ao senador. Também houve referências ao grupo político ligado a Flávio como bandidagem e quadrilha.
A defesa sustenta que os conteúdos representam abuso de rede social para desgaste reputacional, não o exercício regular do mandato, e cita como precedente condenação de outro deputado por difamação para justificar a responsabilização de Janones. Além da pena criminal, é requerida indenização de pelo menos 200 mil reais por danos morais.
Os advogados afirmam ainda que as publicações disseminam discurso de ódio e podem colocar em risco a integridade física de Flávio Bolsonaro. A ação permanece sob análise do STF e não há conclusão anunciada sobre o caso.
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