- Governo lançou, nesta sexta-feira, nova fase do Programa Celular Seguro, com envio de mensagens a usuários em regiões com maiores índices de furto e roubo de celulares.
- As mensagens orientam sobre medidas preventivas, como cadastrar uma pessoa de confiança para agir em caso de crime e verificar o IMEI antes de comprar um aparelho.
- Também informam sobre a possibilidade de registrar ocorrências no BNCR, banco de dados de aparelhos com restrição.
- O BNCR foi formalmente instituído por decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criada para reunir informações de órgãos de segurança, operadoras e entidades do setor.
- O governo orienta sobre segurança das comunicações oficiais: mensagens não contêm links abertos, apresentam apenas botões, e não solicitam dados sensíveis por WhatsApp; a autenticidade pode ser verificada pelo selo azul e pela caixa postal Gov.br.
O Governo Federal lançou uma nova fase do Programa Celular Seguro, voltada a mensagens para regiões com os maiores índices de furto e roubo de celulares no país. A iniciativa busca orientar usuários sobre prevenção e resposta a crimes envolvendo dispositivos móveis.
A ação ocorreu na sexta-feira, 26 de junho de 2026, e envolve o envio de orientações sobre medidas preventivas, cadastro de pessoas de confiança para atuar em casos de ocorrência e consulta ao IMEI antes da compra de aparelhos. As mensagens também orientam sobre como registrar ocorrências no BNCR.
Na terça-feira anterior, 23 de junho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que institui formalmente o BNCR, a plataforma coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública. O BNCR agrega dados de aparelhos roubados, furtados ou extraviados.
Além do Celular Seguro, o BNCR reunirá informações das Polícias Civis de todos os estados, das operadoras, dos sistemas de segurança pública, do Cemi, da Anatel e da ABR Telecom. O objetivo é centralizar registros e facilitar ações de prevenção.
O governo afirma que as comunicações oficiais não contêm links abertos para cliques. As mensagens trazem apenas botões ao final do texto. Caso haja solicitações fora da plataforma oficial, o receptor deve desconfiar.
Não serão solicitados dados como CPF ou endereço, nem haverá cobranças ou pedidos de pagamento por apps como WhatsApp. A autenticidade pode ser verificada pelo selo azul de conta verificada do governo no WhatsApp.
Para confirmar, o usuário pode ainda encaminhar a mensagem à caixa postal do aplicativo Gov.br, conforme orientação oficial do governo.
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