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Janja lança Pacto Brasil contra Feminicídio no CE e no RN

Janja lança Pacto Brasil contra feminicídio no Ceará e no Rio Grande do Norte, defendendo integração entre poderes para zerar casos e ampliar proteção às mulheres

A cerimônia foi realizada no MIS (Museu da Imagem e do Som), em Fortaleza; na imagem, o governador do Ceará Elmano de Freitas (esq.), a primeira-dama Janja (centro), o líder do governo na Câmara, José Guimarães e o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias (dir.).
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  • Janja Lula da Silva lançou o Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio no Ceará e no Rio Grande do Norte, com agendas nos dois estados.
  • Em Fortaleza, ela defendeu integração entre Executivo, Legislativo e Judiciário para fortalecer políticas de proteção às mulheres, citando que 47 mulheres foram vítimas de feminicídio no Ceará no ano passado.
  • Durante a visita, a primeira-dama se reuniu com Ana Clara de Oliveira, vítima de feminicídio em Quixeramobim, elogiou os médicos e reforçou o apoio à jovem.
  • No Rio Grande do Norte, Janja participou da adesão do estado ao pacto, ressaltando a importância da cooperação entre poderes e entre estados e municípios.
  • O Pacto Brasil foi formalizado em fevereiro, pelos presidentes Lula, do STF, da Câmara e do Senado, com apresentação no Planalto em dezembro de 2025.

Janja Lula da Silva lançou o Pacto Brasil contra Feminicídio em duas frentes: no Ceará e no Rio Grande do Norte. A iniciativa busca articular Executivo, Legislativo e Judiciário para fortalecer políticas de proteção às mulheres e ampliar medidas de prevenção e monitoramento da violência.

No Ceará, a cerimônia ocorreu no MIS, em Fortaleza. A primeira-dama ressaltou a necessidade de zerar os casos de feminicídio, citando que 47 mulheres foram mortas no estado no ano anterior. O objetivo é integrar ações para reduzir esses números.

Durante a passagem pelo Ceará, Janja se reuniu com Ana Clara de Oliveira, jovem de 21 anos que sofreu uma tentativa de feminicídio em Quixeramobim. A cerimônia destacou a importância de equipes médicas do SUS no atendimento e na recuperação da vítima.

No Rio Grande do Norte, a primeira-dama participou da adesão do estado ao pacto nacional. Em publicação nas redes sociais, ela enfatizou a cooperação entre poderes e a atuação conjunta de estados e municípios como essencial para ampliar a proteção às mulheres.

O Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio foi formalizado em 4 de fevereiro, com a assinatura do presidente Lula, do STF, do presidente da Câmara e do presidente do Senado. O documento estabelece compromissos institucionais entre os Três Poderes.

A iniciativa surgiu em dezembro de 2025, quando Lula revelou o pacto no Planalto. O anúncio contou com a participação de ministros e integrantes do governo, a partir de uma ideia da primeira-dama, Janja Lula da Silva, segundo o presidente.

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