- Um promotor de conduta de Utah foi considerado em desacato pelo juiz, por conversar com a imprensa sobre o caso que envolve Tyler James Robinson e a morte de Charlie Kirk.
- O juiz não atendeu ao pedido da defesa para tirar a possibilidade da pena de morte do tabuleiro como punição ao promotor.
- A defesa alegou que as declarações do promotor violaram uma ordem de silêncio pré-julgamento e poderiam prejudicar o processo.
- O juiz também indicou que, para evitar contaminação do júri, pode ampliar o grupo de jurados e aplicar novos questionários.
- A audiência preliminar está marcada para 6 de julho, e há decisão pendente sobre a permissão de mídia eletrônica na sala de audiência.
O juiz de Utah declarou em desacato o promotor responsável pelo caso envolvendo Tyler James Robinson, estudante de política conservadora, por falar com a mídia sobre o crime que supostamente tirou a vida de Charlie Kirk. A decisão ocorreu nesta sexta-feira, após o pedido dos advogados de defesa para impedir que a pena de morte fosse aplicada como sanção.
Os advogados de Robinson argumentaram que o promotor Christopher Ballard violou uma ordem de sigilo pré-julgamento que restringia entrevistas com a imprensa. Ballard afirmou que havia evidências suficientes para provar a culpa do réu, além de comentar sobre a interpretação de análises balísticas.
Graf decidiu manter a pena de morte fora da pauta como punição, divergindo da defesa que buscava essa retirada para evitar influências indevidas no júri. O magistrado indicou que pode ampliar o grupo de jurados e aplicar questionários adicionais para reduzir vieses.
O caso teve registros de alegações sobre resultados de balística que, segundo a defesa, não comprovavam que a bala viesse de uma arma de Robinson. O promotor afirmou que os resultados eram inconclusivos, mas não ofereceu justificativas para a divulgação pública de informações.
Uma audiência preliminar está marcada para 6 de julho. Além disso, o juiz discutirá na próxima semana se será permitido o uso de mídia eletrônica na sala de audiências, em resposta a tentativas de restringir o acesso da imprensa ao processo.
Os advogados de Robinson já vinham buscando limitar o acesso da mídia aos procedimentos legais. A corte também disse que não houve conclusão sobre possíveis mudanças no protocolo de cobertura durante o andamento do caso.
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