- O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), publicou vídeo no X em que chama o presidente Lula de mentiroso e de “cara de pau” após críticas feitas em Itajaí.
- Lula afirmou que o governo federal tentou firmar parceria com o estado para um projeto de infraestrutura de R$ 24 bilhões para rodovias.
- Mello disse que esse investimento “nunca foi oferecido” ao Estado.
- O governador afirmou que o que estaria em jogo seria um projeto de concessão para as rodovias estaduais, citando o programa Estrada Boa, que já reformou milhares de quilômetros.
- Ele afirmou que o ministro dos Transportes, George Santoro, fala de concessão para pedagiar as estradas estaduais, e que a contenda envolve a ideia de cobrança por parte de uma empresa sem que o governo federal tenha entregado o prometido.
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), publicou na sexta-feira (26.jun.2026) um vídeo no X no qual acusa o presidente Lula (PT) de mentir e chama o chefe do Executivo de “cara de pau”. A declaração ocorreu após Lula afirmar que o governo federal tentou firmar uma parceria com o Estado para um projeto de infraestrutura de cerca de R$ 24 bilhões.
Lula disse que houve a tentativa de estabelecer uma parceria para investir nesse valor em rodovias catarinenses, e afirmou que o governador não participou do diálogo por não aceitar a parceria com o governo federal. A fala foi feita durante evento em Itajaí, em que o presidente participou de atividades relacionadas à obra da duplicação da BR-470, com a presença do ministro dos Transportes, George Santoro.
Em vídeo, Mello afirmou que o investimento não foi oferecido ao Estado e que a negociação estaria relacionada a um potencial projeto de concessão de rodovias estaduais. O governador também apontou que, segundo ele, o governo federal tinha interesse em exigir participação de empresas privadas, com o objetivo de readequar trechos da malha estadual. Também citou o programa Estrada Boa, que teria beneficiado cerca de 3.000 quilômetros de rodovias já reformados pelo governo estadual, e negou qualquer prática de cobranças adicionais aos catarinenses.
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