- O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), acionou a PGR contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por uma fala considerada xenófoba.
- Lula, durante visita a Itajaí, insinuou que catarinenses são racistas, se acham superiores a moradores de outros estados e citou Hitler.
- Jorginho afirmou que a declaração extrapola o debate político e atinge a honra do povo catarinense, caracterizando-a como criminoso e preconceituosa.
- O senador Sérgio Moro, pré-candidato do PL ao governo do Paraná, reagiu às redes sociais, dizendo que os catarinenses e os paranaenses não gostam de Lula.
- O caso envolve a discussão sobre limites do discurso político e a defesa da honra de uma população regional.
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), abriu um processo junto à Procuradoria-Geral da República contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ação ocorre após Lula mencionar catarinenses de forma considerada xenófoba pelo político.
Segundo Mello, as falas do presidente extrapolaram o debate político e atingiram a honra da população de Santa Catarina. O governador afirmou que criticar o estado é comum no jogo político, mas chamar o povo catarinense de racista é inadequado e criminoso.
Na fala em Itajaí, Lula sugeriu que alguns catarinenses teriam atitudes racistas e se julgariam superiores a pessoas de outros estados, o que gerou a reação de Mello. O episódio também ganhou reposicionamento nas redes, com o senador Sérgio Moro respondendo às críticas.
Reação de outras figuras
Moro publicou nas redes sociais uma resposta direta à fala de Lula, destacando a oposição entre Catariná e o Paraná e ressaltando o descontentamento com a referência. Não houve confirmação de outras ações legais até o momento.
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