Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Programa busca ampliar liderança de mulheres no sistema judicial

Programa busca ampliar a presença de mulheres na magistratura, promotoria e defensoria pública com mentorias e vivências; inscrições vão até 30 de junho de 2026

A iniciativa busca enfrentar obstáculos estruturais que sustentam a desigualdade de gênero e raça. Na imagem, a estátua da deusa grega Têmis, vendada para simbolizar a imparcialidade
0:00
Carregando...
0:00
  • O programa Caminhos para Liderança de Mulheres na Justiça busca ampliar a presença de mulheres na magistratura, promotoria e Defensoria Pública, com 30 candidatas selecionadas.
  • As inscrições ficam abertas até 30 de junho de 2026 e podem ser feitas pelo site Mulheres na Justiça.
  • Durante dez meses, as participantes terão mentorias, encontros presenciais e vivências internacionais com foco em gestão e governança.
  • O projeto pretende criar uma rede entre as integrantes e valorizar a diversidade étnico-racial e regional, priorizando candidatas de todas as regiões.
  • A iniciativa é promovida pelas organizações Justa, Themis e Fórum Justiça para enfrentar obstáculos estruturais relacionados à desigualdade de gênero e raça no sistema judicial.

O programa Caminhos para Liderança de Mulheres na Justiça foi lançado por Justa, Themis e Fórum Justiça com o objetivo de ampliar a presença de mulheres em magistratura, Ministério Público e Defensoria Pública. As inscrições ficam abertas até 30 de junho de 2026.

Ao todo, 30 candidatas serão selecionadas para receber mentorias e participar de encontros presenciais, além de vivências internacionais com foco em gestão e governança, ao longo de 10 meses. O projeto também pretende criar uma rede de contato entre as participantes.

A seleção dará prioridade à diversidade étnico-racial e regional, buscando ampliar a representatividade feminina nas instituições do sistema de Justiça. A iniciativa enfrenta obstáculos estruturais que mantêm a desigualdade de gênero e raça.

Historicamente, a presença de mulheres em cargos altos do Judiciário é pequena. No STF, menos de 2% das presidências foram ocupadas por mulheres desde a criação da instituição. Em 135 anos, 170 presidentes foram homens e apenas 3 mulheres.

A desigualdade também aparece no Ministério Público Federal, que teve apenas uma mulher no comando em 75 anos. Hoje, 75% dos tribunais estaduais (20 de 27) continuam com chefias majoritariamente masculinas.

Para participar, é necessário currículo, carta de motivação, carta de referência e pagamento de uma taxa de inscrição de R$ 100. O comitê terá foco em candidatas das cinco regiões do país, com atenção à diversidade.

As interessadas devem se inscrever pelo site Mulheres na Justiça. O processo seletivo valoriza a experiência, o potencial de liderança e a contribuição para a agenda de equidade no sistema.

Este texto é uma reformulação do conteúdo publicado pela Agência Brasil e adaptado pelo portal. A origem permanece citada, sem divulgação de contatos de outros portais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais