- O presidente argentino Javier Milei e o senador Flávio Bolsonaro se reuniram nesta segunda-feira, 29, em Buenos Aires; uma foto dos dois foi publicada na conta oficial de Milei.
- Flávio Bolsonaro participou de uma conferência promovida pela Fundação Aliados de Israel, durante a agenda na Argentina.
- Em discurso para a comunidade judaica de Buenos Aires, ele afirmou que, se eleito em 2027, transferirá a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém e restabelecerá a representação diplomática no país.
- Ele disse que, nesse cenário, o Brasil seria um vetor de paz e de aliança entre Israel e as nações amigas da região, mencionando os Acordos de Isaac.
- A situação diplomática do Brasil com Israel: o país não tem embaixador no país desde maio de 2024, quando Lula decidiu pela saída do embaixador.
O presidente da Argentina, Javier Milei, e o senador brasileiro Flávio Bolsonaro se encontraram nesta segunda-feira, 29, em Buenos Aires. Uma foto dos dois foi publicada na conta oficial de Milei. A legenda descreve Milei ao lado de Flávio Bolsonaro, candidato à presidência do Brasil.
Durante a agenda na Argentina, Flávio participou de uma conferência promovida pela Fundação Aliados de Israel. O percurso público dos dois políticos ocorreu em meio a eventos diplomáticos e palavras sobre alianças regionais.
Propostas externas
Flávio Bolsonaro sinalizou, em discurso para a comunidade judaica de Buenos Aires, que, se eleito, o Brasil deve transferir a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém, além de restabelecer a representação brasileira em Israel com a nomeação de um novo embaixador. A meta é ampliar laços entre Israel e as nações amigas da região a partir de 2027.
Também mencionou adesão aos chamados Acordos de Isaac, descritos como extensão dos Acordos de Abraão, e criticou a política externa do governo atual de Lula. O ex-orador apontou que o Brasil estaria alinhado a Israel, em comparação com a postura anterior.
Situação atual
O Brasil não tem um embaixador em Israel desde maio de 2024, quando Lula anunciou a saída do representante diplomático. A decisão ocorreu após o país ter sido declarado persona non grata pelo governo israelense em fevereiro daquele ano, segundo informações oficiais.
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