- Teresa Leitão, recém-chegada à liderança do governo no Senado para substituir Jaques Wagner, terá encontro com o presidente Lula.
- Ela quer defender que Lula procure o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para tentar encerrar a crise entre os chefes dos Poderes, que perdura desde novembro.
- A reaproximação entre Lula e Alcolumbre é vista como essencial para destravar a pauta prioritária do governo no Congresso, incluindo a PEC do fim da escala 6×1.
- A PEC 6×1 chegou ao Senado há mais de um mês, mas ainda não foi despachada pelo senador do Amapá para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
- O chefe do Senado já sinalizou abertura para conversar com Lula; houve alerta do ministro da Fazenda, Dário Durigan, sobre impactos fiscais, mesmo assim as propostas avançaram.
A líder do governo no Senado, Teresa Leitão, assumiu o posto substituindo Jaques Wagner e já tem uma tarefa considerada complexa: reunir-se com o presidente Lula para alinhar prioridades do Executivo no Congresso. O objetivo é abrir espaço para que o governo avance na pauta do Senado.
A pauta envolve uma possível aproximação entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para reduzir a crise entre os Poderes, que perdura desde novembro do ano passado. A reaproximação é vista como essencial para destravar votações relevantes.
Entre as prioridades, está a PEC que altera regras da escala 6×1 e tramita no Senado, ainda sem despacho da CCJ. O encontro com Lula deverá buscar um entendimento que permita o andamento dessas propostas, conforme apuração do Radar.
Teresa Leitão chegou ao comando da liderança há pouco tempo e já sinalizou disposição para discutir alinhamentos com o Planalto. A aproximação entre chefias é apontada por interlocutores como ingrediente-chave para o avanço da pauta governista.
O chefe do Senado indicou, em conversas informais, abertura para conversar com Lula com o objetivo de definir estratégias comuns. Anteriormente, houve tentativas de retomar o diálogo, mas divergências sobre pautas geraram atritos.
Durante o período recente, pautas consideradas sensíveis chegaram a sofrer entraves antes de avanços, o que elevou a necessidade de uma coordenação mais estreita entre o Planalto e o Senado. A crise entre as lideranças permanece sob monitoramento.
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