- A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que afaste definitivamente a hipótese de falta grave no episódio envolvendo a retirada de uma arma de sua residência.
- Os advogados afirmam que as conclusões da Polícia Federal e a manifestação da Procuradoria-Geral da República corroboram que não houve irregularidade atribuível ao ex-presidente.
- Segundo o documento, as investigações indicaram que Bolsonaro possuía registro válido da arma e não havia restrições legais para o armazenamento na residência.
- Com base nessas informações, a autoridade policial afastou a existência de crime ou conduta dolosa por parte de Bolsonaro.
- Em atualização.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao STF, nesta quinta-feira, que afaste definitivamente a hipótese de falta grave na investigação sobre a retirada de uma arma da residência dele. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes.
Segundo os advogados, as conclusões da Polícia Federal e a manifestação da Procuradoria-Geral da República sustentam que não houve irregularidade atribuível ao ex-presidente. A defesa sustenta que as provas apontam para atuação adequada no manejo do armamento.
A peça jurídica aponta que Bolsonaro possuía registro válido da arma e não havia restrições legais para o armazenamento em sua residência. Com base nisso, a autoridade policial teria afastado a existência de crime ou conduta dolosa por parte do ex-presidente.
Desdobramentos
A defesa aguarda a decisão de Moraes sobre a contestação à classificação de falta grave. Não houve conclusão anunciada sobre eventual punição ou continuidade das investigações. O caso permanece em andamento no STF.
Entre na conversa da comunidade