- Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, participou do JR Entrevista, com a jornalista Flávia Alvarenga.
- Ele destacou a urgência da Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública.
- Randolfe disse que a PEC atualiza as atribuições da Polícia Federal para atuação coordenada no combate ao crime organizado transnacional.
- O líder mencionou um impacto fiscal de R$ 60 bilhões relacionado às prioridades da agenda legislativa.
- Também criticou tentativas de interferência externa e afirmou que não existe blindagem em investigações da Polícia Federal.
O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, participou do programa JR Entrevista desta quinta-feira (2). Em entrevista à jornalista Flávia Alvarenga, ele tratou das prioridades da agenda legislativa, destacando a PEC da Segurança Pública como prioridade. O debate também abordou o combate às facções criminosas.
Randolfe afirmou que a atualização das atribuições da Polícia Federal é necessária para permitir atuação institucional e coordenada contra o crime organizado transnacional. O objetivo é ampliar a eficiência da PF no enfrentamento de redes criminosas que atuam além das fronteiras.
Além disso, o senador alertou para o impacto fiscal estimado em 60 bilhões de reais relacionado a propostas de segurança pública. O líder do governo destacou que não existe qualquer blindagem em investigações da Polícia Federal e que a atuação institucional deve se manter independente de pressões externas.
Desdobramentos da PEC da Segurança Pública
Segundo Randolfe, a PEC busca alinhar competências da PF com requerimentos de cooperação interagências, fortalecendo o combate ao crime organizado. O senador enfatizou a necessidade de respostas rápidas e coordenadas para enfrentar facções com alcance transnacional.
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