- Antes da prisão, Jonathan Couto, genro de Márcio Poncio, já se distanciava dele, evitando aparições públicas ao lado do patriarca.
- O distanciamento teve como motivo uma mágoa por não receber apoio financeiro de Márcio em crises nos negócios e disputas judiciais; Jonathan administra uma distribuidora de bebidas e tabacaria no Rio.
- Márcio Poncio foi preso na quinta fase da Operação Unha e Carne, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
- A força-tarefa da Polícia Federal investiga infiltração de milícias e facções nas esferas de poder do Rio de Janeiro.
- Em nota, a deputada Sarah Poncio afirmou que a prisão é um dos momentos mais difíceis e que confia na inocência do pai; o advogado do pastor ainda não comentou, por ainda não ter acesso ao processo.
A família do pastor Márcio Poncio vivia em tensão interna mesmo antes da prisão anunciada pela Polícia Federal. O influenciador Jonathan Couto, já próximo de Sarah Poncio, afastou-se gradualmente do sogro, evitando aparecer ao lado dele em eventos públicos. O distanciamento ocorreu antes da deflagração da operação.
Segundo apurações, o motivo não estaria ligado diretamente às ligações políticas do pastor, mas a uma desconfiança de Jonathan de não ter recebido apoio financeiro durante crises envolvendo seus negócios e disputas judiciais. Jonathan é proprietário de uma distribuidora de bebidas e de uma tabacaria no Rio de Janeiro.
Márcio Poncio foi detido na quinta fase da Operação Unha e Carne, que mira suspeitas de envolvimento com organizações criminosas. A medida foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, a pedido da força-tarefa da PF, que foca ações contra infiltração de milícias e facções no cenário público do estado.
Contexto familiar e desdobramentos
A história familiar já havia ganhado destaque em 2018, quando um desentendimento envolvendo Jonathan, Sarah e Letícia Almeida veio à tona. Letícia era casada com Saulo, irmão de Sarah, e o teste de paternidade confirmou a paternidade de Jonathan sobre a criança.
Em nota publicada pela deputada, a prisão é descrita como um dos momentos mais difíceis vividos pela família. Ela afirmou acreditar na inocência do pai e que ele poderá demonstrar a verdade durante o processo, com as garantias constitucionais asseguradas.
O representante legal do pastor, Leandro Mendonça, informou que ainda não teve acesso ao conteúdo do processo e, por isso, não pode comentar detalhes da investigação.
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