- O vídeo de Michelle Bolsonaro levou a mais de 100 mil novos seguidores em quatro dias, impulsionando sua taxa de engajamento.
- Após o pico, houve queda de engajamento: entre segunda-feira e quinta-feira, a ex-primeira-dama perdeu cerca de 10,2 mil seguidores.
- Sobre as críticas, 83% partiram de homens e 17% de mulheres, segundo o analista Alek Maracajá.
- O presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, disse que Michelle pode desistir da disputa ao Senado.
- Mesmo com a oscilação, a base entre mulheres cristãs e evangélicas permanece relevante; Flávio Bolsonaro continua entre os políticos de direita com mais seguidores, atrás apenas de Jair Bolsonaro.
O vídeo de Michelle Bolsonaro contra Flávio Bolsonaro provocou uma mudança rápida no desempenho da ex-primeira-dama nas redes. A análise foi apresentada no telejornal VEJA em Foco, com participação de Alek Maracajá.
Segundo o especialista, Michelle ganhou mais de 100 mil seguidores em quatro dias após a divulgação do vídeo, o que elevou sua taxa de engajamento. Ele destacou: amanhã pode tudo mudar, em minutos.
Entre segunda-feira e quinta-feira seguintes, houve reversão do cenário: a também ex-primeira-dama perdeu cerca de 10,2 mil seguidores, segundo o levantamento. O movimento foi acompanhado como queda de engajamento.
Mudança no engajamento
A análise aponta que a maior parte das críticas partiu de homens, 83%, contra 17% de mulheres. O estudo levanta a hipótese de mobilização organizada para reduzir o alcance digital de Michelle, após a fase inicial de vitimização.
Reação política
O episódio ganhou dimensão após trecho da entrevista de Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, à Rádio Gaúcha. Ele afirmou que Michelle pode desistir da candidatura ao Senado e não participar mais da campanha de Flávio Bolsonaro.
Mantém base e contextos da disputa
Apesar da queda recente, a análise aponta que Michelle mantém base expressiva, especialmente entre mulheres cristãs e evangélicas. Flávio Bolsonaro passou a ocupar a segunda posição entre os políticos de direita com mais seguidores, atrás de Jair Bolsonaro.
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