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Lula adota chapéus no visual e vira garoto-propaganda involuntário

Após uso médico, Lula adota chapéus como marca pessoal, impulsionando a venda de réplicas online e atraindo atenção internacional

O presidente Lula em evento em Brasília em maio
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  • Após tratamento contra câncer de pele no fim de abril, Lula passou a usar chapéus como parte do visual, com a proteção UV sendo destacada pela sua equipe médica.
  • O modelo mais utilizado é o Panamá, feito no Equador; a versão simples sai por aproximadamente R$ 1.450 e opções com tramas mais finas podem passar de R$ 3.750.
  • O Panamá acompanhou Lula na foto oficial durante encontros internacionais, incluindo o G7 em Évian-les-Bains, na França.
  • Réplicas sintéticas são anunciadas em marketplaces como “chapéu presidente Lula Panamá”, com preços entre R$ 39,90 e R$ 79,90 e muitos relatos de engajamento político.
  • Especialistas dizem que o acessório adiciona refinamento ao perfil; outro modelo usado foi um chapéu de feltro Borsalino, vendido entre US$ 300 e US$ 800, enquanto no closet há panamá da marca Marcatto.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a incorporar o uso de chapéus em eventos oficiais, após tratar um câncer de pele no fim de abril. A mudança já é vista como parte do estilo do mandatário e já gerou cruzamento com a indústria de modas.

A adoção do acessório ocorreu por prescrição médica para proteção contra raios UV durante a recuperação. Lula realizou 15 sessões de radioterapia e retornou aos compromissos com o visual marcado por modelos de chapéus de palha e feltro.

O modelo mais utilizado é o Panamá, feito no Equador pela marca Sarquis By ABA, com palha toquilla. Pequenas variações são vendidas no Brasil a partir de opções domésticas que começam em torno de R$ 1.450, chegando a mais de R$ 3.700 em versões mais finas.

Durante o mês de maio, Lula apareceu com o Panamá em eventos em Brasília, mantendo o estilo no Dia do Trabalhador. Em junho, participou de encontros internacionais em Évian-les-Bains, França, para fotos oficiais ao lado de líderes globais, usando o mesmo tipo de chapéu.

Analistas de imagem afirmam que o acessório agrega refinamento à imagem do presidente, com a aba larga favorecendo rostos mais arredondados. A escolha é vista como alinhada ao biotipo de Lula, segundo consultores consultados pela imprensa.

Além do Panamá, Lula foi visto com um modelo de feltro preto da grife italiana Borsalino em situações públicas na França. O feltro figura entre peças de luxo, com preços no exterior variando entre US$ 300 e US$ 800.

No Brasil, o guarda-roupa do presidente também inclui modelos nacionais, como chapéus da marca catarinense Marcatto. Réplicas sintéticas circulam em marketplaces com anúncios de chapéu denominado presidente Lula, a preços baixos e avaliações de consumidores.

Especialistas explicam que o termo Panamá surgiu no início do século XX, associado aos trabalhadores do Canal do Panamá. A peça é hoje icônica, mesmo com debates sobre uso diário por conforto térmico.

A presença constante de chapéus já gerou comércio paralelo, com anúncios que exploram a imagem pública de Lula para vender réplicas sintéticas. Observadores apontam que o episódio mostra a influência do estilo na percepção política, sem nenhum posicionamento oficial. Fonte: revisão de reportagens de veículos nacionais.

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