- Vídeo de Michelle Bolsonaro sobre o racha com Flávio Bolsonaro gerou forte impacto inicial nas redes, segundo levantamento da Ativaweb DataLab para VEJA.
- Nos dias seguintes, Michelle ganhou quase 100 mil novos seguidores, interrompendo um desgaste de mais de 20 dias.
- Nos cinco dias seguintes, ela perdeu 10.121 seguidores e passou a enfrentar críticas e desmobilização nas redes.
- Das críticas, 83% partiram de perfis masculinos e 17% de perfis femininos, indicando maior pressão de homens.
- Mesmo com a queda de seguidores, a ex-primeira-dama mantém taxa de engajamento de 5,4%, entre as mais altas entre lideranças políticas.
O vídeo publicado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que expõe o racha com o senador Flávio Bolsonaro, gerou impacto inicial nas redes. A repercussão positiva inicial abriu espaço para uma mobilização de apoiadores.
Nos dias seguintes, Michelle registrou ganho próximo de 100 mil seguidores, encerrando um ciclo de desgaste de mais de 20 dias, segundo a Ativaweb DataLab, contratado pela VEJA. A leitura é de recuperação momentânea da base.
Entretanto, a partir do quinto dia, houve queda de 10.121 seguidores e surgiram críticas com movimentos de desmobilização. A análise aponta que 83% das críticas partiram de perfis masculinos e 17% de femininos.
Desdobramentos e perfis de engajamento
Apesar da perda recente de seguidores, Michelle mantém alto engajamento entre lideranças políticas, com uma taxa de engajamento de 5,4%, considerado elevado pela empresa, indicando uma base de seguidores ativa.
Para a Ativaweb DataLab, a disputa digital entrou em uma nova fase, menos centrada no crescimento de audiência e mais na luta pela influência sobre a própria base de apoiadores. O passo seguinte, segundo a empresa, será acompanhar a intensidade da mobilização.
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