- Auditoria da Controladoria-Geral do Estado mostrou que, entre 77 órgãos da administração, 60 tinham servidores recebendo salários sem trabalhar, com registros de não passarem pelas catracas.
- A operação aponta chefes fantasmas distribuídos pela maior parte da estrutura pública do estado.
- Desde que assumiu como governador interino, Ricardo Couto exonerou mais de 4.300 servidores, com estimativa de economia de R$ 355 milhões por ano.
- As maiores reduções de cargos comissionados ocorreram nas secretarias do Trabalho, Esporte e Lazer, e Turismo.
- A apuração envolve a gestão anterior do ex-governador Cláudio Castro.
O Rio de Janeiro tem auditoria que aponta servidores fantasmas em grande parte da administração estadual. A Controladoria-Geral do Estado decompôs dados de 77 órgãos e constatou que 60 deles tinham funcionários recebendo salário sem cumprir jornada.
Segundo o levantamento, os trabalhadores citados não passavam pelas catracas dos locais de trabalho durante a gestão de Cláudio Castro, então governador. O órgão afirma que as irregularidades ocorreram ao longo de um período anterior.
Desde que assumiu como governador interino, Ricardo Couto exonerou mais de 4.300 servidores. A estimativa é de economia de R$ 355 milhões por ano. As maiores reduções ocorreram nas secretarias do Trabalho, Esporte e Lazer e Turismo.
Situação atual
- Ações de exoneração visam reduzir cargos comissionados e reduzir gastos públicos.
- A auditoria continua a apurar como ocorreu o esquema de inatividade de parte do funcionalismo.
- As informações são apresentadas pela Controladoria-Geral do Estado como base para medidas administrativas.
Entre na conversa da comunidade