- Lula terá aproximadamente R$ 127 milhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, dentro dos R$ 615,4 milhões que o PT tem direito entre trinta partidos.
- O Diretório Nacional do PT aprovou critérios para a distribuição do Fundo Eleitoral, definindo as prioridades internas para as candidaturas.
- A distribuição prevê que Lula, candidato à reeleição, receba 20,64% do FEFC (R$ 127 milhões); os demais montantes são destinados a deputados, governos estaduais, Senado e Assembleias, com o restante em reserva.
- O grupo de trabalho do PT ficará responsável por consolidar as prioridades definidas pelos diretórios estaduais, com realocação de sobras conforme a comissão executiva nacional.
- O FEFC deste ano totaliza R$ 4,9 bilhões; o Partido dos Trabalhadores ficou em segundo lugar no recebimento, atrás do Partido Liberal (PL), que recebeu R$ 881 milhões.
O Diretório Nacional do PT aprovou, na sexta-feira (03), a distribuição do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. A candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição receberá cerca de R$ 127 milhões.
O PT terá direito a aproximadamente R$ 615,4 milhões no rateio do fundo eleitoral entre 30 partidos. Neste ano, o FEFC distribuirá R$ 4,9 bilhões em recursos públicos para as legendas.
A definição ocorreu após críticas internas sobre a divisão dos recursos entre candidaturas à Câmara, a governos estaduais, ao Senado e às Assembleias Legislativas. A resolução estabelece critérios para repasses diretos ou por meio de bens e serviços estimáveis em dinheiro.
De acordo com o texto aprovado, Lula ficará com a maior fatia do fundo destinado ao PT. O valor representa 20,64% do total recebido pelo partido.
A resolução também define como prioridade nacional o repasse a deputados federais, estaduais e distritais que disputam a reeleição. A comissão responsável pela aplicação do fundo indicará prioridades após consultar os diretórios estaduais.
A Comissão Executiva Nacional poderá realocar sobras provocadas por desistências de candidaturas. O partido afirma que os critérios buscam ampliar o controle sobre o gasto eleitoral.tificou a adoção de critérios para o rateio com a necessidade de ampliar a controle sobre o gasto eleitoral. A reportagem não traz opiniões; trata-se de informações oficiais divulgadas pelo partido. Também não há confirmação de impactos políticos adicionais ou consequências futuras, apenas o que consta na resolução acompanhada pela direção partidária.
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