- O pré-candidato ao governo do Distrito Federal pelo PSB, Ricardo Cappelli, propõe criar um aplicativo de transporte administrado por uma cooperativa de motoristas, chamado Bora DF, para operar em Brasília.
- O projeto prevê apoio institucional do Governo do Distrito Federal na criação do app e nos gastos com publicidade e divulgação, com gestão da plataforma pela cooperativa formada pelos motoristas.
- Cappelli afirma que a ideia busca reduzir a taxa cobrada pelas plataformas às motoristas, apontando custos como gasolina, manutenção, seguro e depreciação do veículo.
- O PSB sustenta que o dinheiro retido pelas plataformas ficaria na economia local, fortalecendo famílias que vivem do trabalho de motorista.
- Além do aplicativo, o pré-candidato defende ampliar o transporte complementar na área central, citando a falta de alternativas eficientes ao transporte público.
Ricardo Cappelli, pré-candidato ao governo do Distrito Federal pelo PSB, apresentou a ideia de criar um aplicativo de transporte administrado por uma cooperativa de motoristas. O projeto, batizado de Bora DF, seria apoiado pelo governo local e funcionaria como alternativa à Uber.
A proposta de Cappelli visa reduzir a taxa cobrada pelas plataformas, segundo ele. O pré-candidato disse que, além dos ganhos menores para o motorista, há custos como gasolina, manutenção, seguro e depreciação do veículo que deterioram a renda.
Segundo o PSB, o governo do Distrito Federal ajudaria na criação do aplicativo e nos gastos com publicidade e divulgação. A gestão da plataforma ficaria a cargo de uma cooperativa formada pelos próprios motoristas.
Além do Bora DF, Cappelli defendeu o fortalecimento do transporte complementar na área central de Brasília. Ele afirmou que, em alguns casos, a população recorre aos apps por não haver uma alternativa eficiente de transporte público.
Cappelli lançou sua pré-candidatura ao governo do DF em 20 de junho. Na oportunidade, afirmou ter visitado todas as regiões do Distrito Federal e destacado problemas enfrentados pela população, bem como a percepção sobre a qualidade dos serviços públicos em relação aos gastos.
O pré-candidato atuou como interventor federal na Secretaria de Segurança Pública do DF após os atos de 8 de janeiro de 2023. Também assumiu interinamente o GSI no mesmo ano. Deixou a presidência da ABDI em abril de 2024 para focar na pré-candidatura.
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