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Como ficam as próximas etapas das eleições após o defeso

Defeso eleitoral avança, com convenções entre 20 de julho e 5 de agosto e registro de candidaturas até 15 de agosto, abrindo oficialmente a campanha

Votação em primeiro turno está marcada para 4 de outubro. Nas disputas para presidente da República e governador em que nenhum candidato alcançar maioria absoluta dos votos válidos, haverá segundo turno em 25 de outubro - (crédito: Reprodução/Pixabay)
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  • Com o defeso eleitoral em vigor desde 4 de julho, há suspensão de publicidade institucional, limitações a nomeações e exonerações de servidores e proibição de participação de candidatos em inaugurações de obras públicas.
  • Convenções partidárias ocorrem entre 20 de julho e 5 de agosto para definir nomes que disputarão os cargos e formarem estratégias de campanha.
  • Os pedidos de registro de candidatura devem ser protocolados até as 19 horas de 15 de agosto; tribunais eleitorais passam a funcionar também aos fins de semana e feriados.
  • A campanha oficial começa em 16 de agosto; o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão vai de 28 de agosto a 1º de outubro.
  • A votação do primeiro turno é marcada para 4 de outubro; haverá segundo turno em 25 de outubro se nenhum candidato alcançar a maioria; prestação de contas ocorre até 3 de novembro (ou 14 de novembro para quem chegar ao segundo turno) e a diplomação está prevista para 18 de dezembro.

Com a vigência do defeso eleitoral, aumenta o peso político das próximas etapas do processo. A partir de 4 de julho, ações da administração pública ficam restritas, abrindo espaço para convenções, registro de candidaturas e início da campanha oficial.

Nesse período, candidatos não podem participar de inaugurações de obras públicas e pré-candidatos não devem comentar programas na TV ou rádio. Também há limites para nomeações, exonerações e transferências de recursos entre entes federativos.

As regras visam impedir uso da máquina pública para favorecer candidaturas, segundo a Justiça Eleitoral. A partir de agora, a temporada de definições tem impacto direto no ritmo do pleito de 2026.

Etapas-chave do calendário

Conventões partidárias ocorrerão entre 20 de julho e 5 de agosto, para oficializar nomes e estratégias. Em 15 de agosto, às 19h, vence o prazo para protocolar pedidos de registro de candidatura.

A campanha oficial começa em 16 de agosto. O horário eleitoral gratuito vai de 28 de agosto a 1º de outubro, antes do primeiro turno marcado para 4 de outubro.

Caso nenhum candidato atinja maioria no primeiro turno, há segundo turno em 25 de outubro. Em seguida, a fiscalização das campanhas define prazos de prestação de contas.

Quem disputou apenas o primeiro turno deve apresentar contas até 3 de novembro; quem seguir até o segundo, até 14 de novembro. A diplomação dos eleitos está prevista para 18 de dezembro.

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