Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Defesa reforça pedido de manter prisão domiciliar de Bolsonaro

Defesa de Bolsonaro pede manutenção da prisão domiciliar no STF, sustenta inexistência de falta grave na arma apreendida e cita saúde do ex-presidente

Palácio do Supremo Tribunal Federal na Praça dos Três poderes em Brasília
0:00
Carregando...
0:00
  • A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao STF a manutenção da prisão domiciliar, alegando que não houve falta disciplinar grave no caso da arma apreendida com um segurança particular.
  • Os advogados citam a decisão da Polícia Civil do Distrito Federal, que não indiciou o ex-presidente, e ressaltam que a arma está legalizada e não houve crime.
  • A defesa afirmou que Bolsonaro não tem interesse na restituição do armamento e que os elementos reunidos reforçam a inexistência de falta grave.
  • Também destacaram as condições de saúde do ex-presidente para sustentar a continuidade da prisão domiciliar, com base em laudos médicos já apresentados.
  • O prazo de noventa dias da prisão domiciliar começou em vinte e sete de março e terminou em vinte e cinco de maio; caberá ao ministro Alexandre de Moraes decidir pela renovação ou pela volta ao presídio da Papudinha, em Brasília.

A defesa de Jair Bolsonaro reforçou ao STF o pedido para manter o ex-presidente em prisão domiciliar. A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, na sexta-feira (3).

Os advogados afirmam que Bolsonaro não cometeu falta disciplinar grave no episódio envolvendo a apreensão de uma arma com um de seus seguranças. A Polícia Civil do Distrito Federal informou que a arma estava regularizada e não houve indício de crime pelo ex-chefe de estado.

Além disso, a defesa sustenta que não há interesse de Bolsonaro na restituição do armamento. Os advogados reiteram que os elementos colhidos confirmam a inexistência de falta grave e a regularidade do registro.

A defesa também destacou as condições de saúde do ex-presidente para manter a prisão domiciliar. Pedem reconhecimento de que as evidências já apresentadas corroboram a decisão anterior e que não deve haver cogitação de falta grave, com o prosseguimento da execução penal nos moldes atuais.

No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no caso da trama golpista. Após cirurgia, ele teve o direito de cumprir prisão domiciliar temporária por 90 dias, enquanto se recuperava de pneumonia bacteriana.

O prazo de 90 dias começou em 27 de março e terminou em 25 de maio. Agora caberá a Moraes decidir se a domiciliar será renovada ou se o ex-presidente retorna ao presídio da Papudinha, em Brasília.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais