- Gilberto Kassab, presidente do PSD, disse ao Metrópoles que o discurso do PT não é o que o paulista quer ouvir.
- afirmou que o PT tem apenas quatro prefeituras no estado de São Paulo.
- disse que, nas poucas vitórias do PT em SP, o partido não conseguiu a reeleição, citando exemplos de lideranças que foram eleitas e reeleitas no estado.
- Kassab defendeu a chapa puro-sangue formada por ele e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado para 2026, tendo sido confirmado como vice na chapa.
- sobre o Novo, afirmou que é necessário lançar um nome próprio para alcançar a cláusula de barreira e manter acesso ao Fundo Partidário; mencionou Romeu Zema como pré-candidato.
O presidente nacional do PSD e pré-candidato a vice-presidente na chapa com Ronaldo Caiado afirmou que o discurso do PT não atende ao eleitor paulista. Em entrevista exclusiva ao Metrópoles, Kassab disse que o PT tem apenas quatro prefeituras no estado de São Paulo e justificou a performance pela dificuldade de dialogar com o público local.
Kassab destacou o histórico de reeleições de nomes do centro no governo paulista e argumentou que, quando a esquerda vence, o eleitorado não costuma aprovar o estilo de governar. Ele citou casos de prefeitos reeleitos para sustentar a leitura de que a preferência é pelo centrismo.
O dirigente do PSD reforçou a defesa da aliança com Ronaldo Caiado para as eleições de 2026, confirmada na semana anterior. Segundo ele, as articulações buscaram consolidar a chapa desde 2022, sem abrir negociação com outros partidos, mesmo frente a mudanças no cenário político.
Sobre alianças com o Novo, Kassab disse que a legenda precisa de candidatura própria para alcançar cláusula de barreira e acesso ao fundo partidário, destacando a necessidade de ampliar o espaço institucional. O Novo indicou Romeu Zema como pré-candidato no ano passado.
Kassab comentou ainda sobre caminhos da coalizão, afirmando que Caiado e ele mantêm visão de chancelar uma candidatura centrada. A entrevista ocorreu em meio a movimentos de alinhamento partidário para 2026 e ao aceno de pressões internas em diferentes legendas.
O PSD aparece como segundo partido a anunciar pré-candidato à Presidência para 2026, segundo a leitura do dirigente. O cenário envolve várias siglas buscando consolidar palanques nacionais, com outras lideranças já sinalizando posições para a disputa.
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