- Lula criticou Neymar, dizendo que é o primeiro jogador convocado em esquema home office, e depois adotou o formato remoto para entregar obras.
- Nesta sexta-feira, três de agosto, o presidente entregou 12 obras em lugares diferentes do país sem sair de Brasília, acompanhadas por um telão no Palácio do Planalto.
- As inaugurações são feitas antes do início do prazo de defeso eleitoral, quando são proibidas atividades de inauguração.
- Em alguns casos, o formato remoto ajudou a evitar desgastes políticos com aliados locais, como em Pernambuco, onde foi inaugurado à distância um hospital.
- O hospital em Pernambuco teve o nome de dona Lindu, em homenagem à mãe de Lula, evitando a presença do presidente no estado em meio a disputa entre a governadora Raquel Lyra e o ex-prefeito João Campos.
Lula adota o home office para entregar 12 obras em diferentes estados, sem sair de Brasília. O presidente assistiu às inaugurações de locais variados por meio de um telão no Palácio do Planalto. A ação ocorreu nesta sexta-feira (3), antes do início do período de defeso eleitoral.
A decisão evita deslocamentos e desgastes políticos em cenários regionais, segundo o governo. A sequência de entregas é marcada por lideranças locais que conduziram as cerimônias em cada unidade. Em Pernambuco, por exemplo, a inauguração de um hospital foi feita à distância.
O hospital em Pernambuco recebeu o nome de dona Lindu, em referência à mãe de Lula. A escolha do formato remoto coincidiu com a disputa entre governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB). O Palácio do Planalto informou que a operação ocorreu sem necessidade de deslocamento presidencial.
A ação reforça o uso de tecnologia para cumprir programa de infraestrutura mapear obras em etapas, sem imposição de agendas em solo nacional. As inaugurações, segundo o governo, seguem o calendário de entregas previsto, apenas com adaptação logística para o período eleitoral.
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