- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostrou o dedo do meio durante evento no Palácio do Planalto, ao rebater a frase “pobre não gosta de coisa boa”.
- Lula afirmou que é preciso acabar com a ideia de que o pobre não gosta de coisa boa e disse: “nós gostamos de coisas boas”.
- A cerimônia marcou as últimas entregas do governo antes das restrições eleitorais, com anúncios em moradia, educação e saúde, além de elogios ao SUS e a programas para a população de baixa renda.
- Ele criticou pessoas ricas que dizem não depender do sistema público de saúde, citando o Brasil Sorridente como exemplo de atendimento ao povo.
- A partir desta sexta-feira passam a valer as restrições da lei eleitoral para uso da máquina pública em benefício de candidaturas; Lula havia chamado o defeso eleitoral de “papagaiada desgraçada”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de um evento no Palácio do Planalto nesta sexta-feira (3) para apresentar entregas do governo. Ao rebater a frase de que o pobre não gosta de coisa boa, ele fez um gesto com o dedo do meio e afirmou que o povo também gosta de itens de qualidade. A cerimônia ocorreu em meio a críticas sobre uso da máquina pública em período eleitoral.
O ato marcou as últimas entregas do governo antes do início das restrições eleitorais. O governo destacou ações em moradia, educação e saúde, com foco em atender populações de baixa renda durante a cerimônia de balanço.
Lula elogiou o Sistema Único de Saúde e citou programas voltados a famílias de menor renda. O presidente destacou o objetivo de ampliar o acesso a tratamentos, defendendo que o Brasil Sorridente beneficia o público mais pobre ao facilitar o acesso a tecnologias e serviços.
Durante o discurso, o chefe do Executivo afirmou que algumas camadas da sociedade mantêm planos de saúde privados, mas com custo compartilhado que envolve o pagamento via Imposto de Renda, sustentando que o uso de recursos públicos é necessário para quem não pode pagar.
A partir desta sexta-feira (4), entram em vigor as regras da legislação eleitoral que limitam a publicidade institucional e a participação de agentes públicos em inaugurações. O objetivo é evitar uso da máquina pública em benefício de candidaturas.
Na quinta-feira (2), Lula criticou o início do chamado defeso eleitoral, chamando de papagaiada desgraçada as regras que regem as entregas de obras durante o período. Ele afirmou que as medidas reduzem a visibilidade de ações do governo.
Entre as medidas atuais, destacam-se restricciones à publicidade institucional e à participação de autoridades públicas em eventos de inauguração de obras, com o objetivo de manter neutralidade durante a campanha.
Entre na conversa da comunidade