- Marina Silva manifestou solidariedade a Damares Alves após ataques misóginos e ameaças familiares.
- A senadora foi alvo de críticas por apoiar Michelle Bolsonaro no embate com o pré-candidato Flávio Bolsonaro.
- Em discurso no Senado, Damares relatou ter sido chamada de “leviana” e “adúltera”, além de ameaças de morte à filha e imagens simulando violência contra a criança.
- Marina disse que a misoginia precisa ser enfrentada e ressaltou que “quando uma mulher pública é atacada, todas nós somos atingidas”.
Marina Silva, senadora pela Rede em SP, manifestou solidariedade à senadora Damares Alves, do Republicanos-DF, após ataques misóginos dirigidos a ela. A defesa ocorreu dias após Damares apoiar Michelle Bolsonaro em um embate com Flávio Bolsonaro, aumentando a tensão política. A senadora do PSD de origem levou o tema ao público ao falar de agressões e desqualificação contra mulheres na vida pública.
Segundo relatos, Damares relatou em discurso no Senado ter sido chamada de termos pejorativos e ainda ter recebido ameaças de morte envolvendo sua filha. Ela também mencionou imagens simulando violência contra a filha como parte dos ataques. O episódio é associado a desdobramentos de um vídeo em que Michelle Bolsonaro acusa Flávio de humilhação, gerando desgaste dentro do espectro político.
Marina Silva ressaltou que a misoginia atinge todas as mulheres que ocupam cargos públicos e afirmou que ataques a qualquer mulher impactam o conjunto das cidadãs. A postura ocorreu em meio a divergências entre as siglas e ao embate entre apoiadores de Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro. Marina e Damares já ocuparam posições opostas, porém a solidariedade entre ambas foi destacada pela ex-ministra do Meio Ambiente.
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