- O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que as investigações são conduzidas com critérios técnicos, sem distinção entre os investigados.
- Em café da manhã com jornalistas, ele comentou o andamento de investigações de grande repercussão, incluindo a envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
- Segundo Rodrigues, a quebra de sigilos de Lulinha mostra autonomia e imparcialidade da PF.
- Ele afirmou que todas as investigações seguem os mesmos parâmetros legais e dependem da produção de provas e das decisões das equipes.
- Rodrigues negou que haja influência política, atraso por falta de efetivo ou por calendário eleitoral, dizendo que a distribuição de recursos é feita com base em critérios técnicos.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta sexta-feira que as investigações seguem critérios técnicos e não distinguem entre investigados. A declaração foi feita em um café da manhã com jornalistas.
A nota ocorre em meio a perguntas sobre casos de grande repercussão, entre eles o envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula. Rodrigues destacou que a PF quebrou sigilos de Lulinha para demonstrar autonomia e isenção.
Ele frisou que o andamento de cada apuração depende da produção de provas e das decisões das equipes responsáveis, e que o tratamento dado aos casos obedece à lei e à autonomia institucional.
PF nega influência política nas investigações
Rodrigues rebateu críticas sobre atrasos devido a falta de pessoal ou ao calendário eleitoral, alegando que não há evidências de direcionamento político ou insuficiência de efetivo.
Segundo o diretor, é incorreto afirmar que a PF deixa de priorizar casos por motivos políticos ou pela escassez de recursos humanos, e distribuição de equipes ocorre com base em critérios técnicos.
O chefe da PF classificou esse tipo de interpretação como inverídico, ressaltando que o orçamento e as equipes são alocados de forma técnica para cada investigação.
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