- Vereadora de Esmeraldas, em Minas Gerais, é apontada como possível mandante de homicídio e foi presa nesta sexta-feira, durante a Operação Juiz Paralelo.
- Além dela, três homens tiveram prisão preventiva decretada; as identidades não foram divulgadas pela polícia.
- A investigação mira uma organização criminosa que atua com homicídios, tráfico de drogas e outros crimes na região.
- Uma das vítimas era fiscal de obras da prefeitura de Esmeraldas; há indícios de que a vereadora seria a mandante do crime.
- A operação ocorreu em duas fases: primeiro para identificar e prender os executores, depois para apontar as lideranças, com outros investigados ainda foragidos.
Uma vereadora de Esmeraldas (MG) foi presa nesta sexta-feira (3) sob suspeita de ser a mandante de um homicídio. Além dela, quatro investigados foram detidos nesta etapa da Operação Juiz Paralelo, que mira uma organização criminosa na região de Esmeraldas. A ação contou com apoio da Delegacia Regional de Ribeirão das Neves.
As prisões integram diligências da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) para esclarecer um homicídio de grande repercussão. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão, com base no avanço do inquérito sobre o crime.
A organização investigada é associada a homicídios, tráfico de drogas e outras atividades ilícitas. Um dos alvos seria a chamada “tribunal do crime”, usado pelo grupo para julgar e executar vítimas conforme o interesse da organização.
Detalhes da operação
A polícia informou que uma das vítimas era fiscal de obras da Prefeitura de Esmeraldas. Conforme as investigações, a vereadora estaria entre os investigados como possível mandante do homicídio.
Quatro pessoas foram presas nesta fase, com foragidos ainda sendo procurados. A operação foi dividida em duas fases: a primeira identificou e prendeu os executores; a segunda mira lideranças e participantes do planejamento e da determinação da execução.
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