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Vice insatisfeito com o PL vira trunfo de Renan Santos na pauta de segurança

Coronel reformado da Polícia Militar do Rio Grande do Sul é apresentado como vice de Renan Santos no Missão, mirando apoio de militares e segurança pública

Da esquerda para a direita, o pré-candidato do Missão, Renan Santos, seu vice Aroldo Medina, a coordenadora da campanha Amanda Vetorazzo e o deputado federal Kim Kataguiri (Reprodução/Youtube)
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  • O pré-candidato do Missão, Renan Santos, apresentou formalmente o coronel reformado da Polícia Militar do Rio Grande do Sul, Aroldo Medina, como vice na chapa, em evento realizado em São Paulo na sexta-feira, 3.
  • Medina emocionou-se e bateu continência para Renan, dizendo que a dupla fortalece a pauta de segurança pública e dialoga com o eleitorado militar e policial.
  • Renan afirmou que, com Medina, há uma coordenação entre atuação civil do presidente e apoio das forças de segurança para um enfrentamento organizado do crime.
  • Medina disse ter deixado o Partido Liberal, do ex-presidente Jair Bolsonaro, por decepção com a gestão durante a pandemia e por boicote a verbas de campanhas.
  • O coronel elogiou Renan, reforçando valores como honestidade e integridade, e afirmou que se comunica com o melhor da polícia brasileira, militar e civil.

O pré-candidato à presidência do Missão, partido criado pelo Movimento Brasil Livre (MBL), apresentou nesta sexta-feira, 3, em São Paulo, o seu vice, o coronel reformado da Polícia Militar do Rio Grande do Sul, Aroldo Medina. A escolha é vista como fortalecedora da pauta de segurança pública.

Medina emocionou-se durante o anúncio e chegou a bater continência para Renan Santos. O candidato afirmou ter feito a escolha durante um evento do Missão, onde o militar foi conhecer o postulante. Segundo Renan, a troca de sinalização ocorreu de forma espontânea.

O postulante ressaltou a importância de ter uma figura com origem militar para tratar do combate ao crime organizado. Disse que, na prática, coordenaria questões civis da presidência, enquanto o vice lidaria com aspectos de segurança pública, em visão de governo integrado.

Medina explicou ter deixado o PL após considerar decepcionante a atuação de Bolsonaro na pandemia e sentir-se boicotado na campanha de 2024, quando concorreu a vereador em Porto Alegre. Afirmou não buscar vaidades nem benefícios pessoais com a candidatura.

O Missão, partido lançado pelo MBL, caracteriza-se por buscar uma bancada transversal com propostas de segurança, economia e políticas públicas. O anúncio também visou sinalizar aos eleitores do espectro militar e policial a composição da chapa.

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