- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que reconhece Ayrton Senna como herói da pátria, incluindo-o no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.
- Senna passa a ser a 100ª personalidade homenageada com o título, guardado no Panteão da Pátria, em Brasília.
- A homenagem foi proposta pelo senador Marcos Pontes, em 2024, e aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara em março.
- Antes de Senna, outros dois atletas já haviam recebido a homenagem: Adhemar Ferreira da Silva e João Carlos de Oliveira (João do Pulo).
- Ayrton Senna foi tricampeão mundial de Fórmula 1 (1988, 1990 e 1991) e morreu aos 34 anos durante o GP de San Marino, na Itália.
Ayrton Senna entrou para o Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria após a sanção de uma lei pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ex-piloto passa a integrar o panteão em Brasília, no Panteão da Pátria, Praça dos Três Poderes. A homenagem o coloca como 100º homenageado.
A iniciativa foi apresentada pelo senador Marcos Pontes, do PL de São Paulo, em 2024. A proposta avançou na Câmara, passando pela CCJ em março deste ano. Com a sanção presidencial, Senna passa a figurar entre figuras de relevantes serviços ao Brasil.
O Livro dos Heróis foi criado em 1992 para reconhecer contribuições marcantes à defesa ou construção do país. Entre os nomes já inscritos estão Anita Garibaldi, Tiradentes, Chico Mendes, Zumbi dos Palmares, Machado de Assis e Santos Dumont.
Antes de Senna, outros atletas receberam o título, como Adhemar Ferreira da Silva e João Carlos de Oliveira, o João do Pulo. Eles foram reconhecidos por conquistas expressivas no atletismo e no esporte brasileiro.
Ayrton Senna foi tricampeão da Fórmula 1 (1988, 1990 e 1991). Morreu aos 34 anos em acidente durante o GP de San Marino, na Itália, enquanto disputava a prova. A homenagem destaca o legado esportivo e cultural do piloto.
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