- Mudanças nas leis e na interpretação da Justiça brasileira têm aumentado a demanda por advogados especializados em direitos dos homens, especialmente em casos de falsas acusações, guarda de filhos e violência doméstica.
- O nicho cresce porque muitos homens acreditam que a Justiça está inclinada a favorecer as mulheres em disputas familiares e criminais, com decisões baseadas na palavra da suposta vítima sem provas consistentes.
- Medidas protetivas podem ser utilizadas de forma inadequada para afastar pais de seus filhos, em brigas pela guarda, gerando prejuízos emocionais a homens inocentes.
- Pelas regras do Conselho Nacional de Justiça, as declarações de mulheres têm peso alto, o que pode impactar a presunção de inocência em alguns casos, segundo especialistas.
- Existem relatos de desigualdade nas penas entre homens e mulheres em certos crimes, e o movimento pelos direitos dos homens aponta esse viés como misandria.
O crescimento da procura por advogados especializados em direitos dos homens ocorre no Brasil, impulsionado por mudanças recentes nas leis e na leitura da Justiça. Homens buscam proteção jurídica contra falsas acusações, bem como em disputas de guarda de filhos e violência doméstica.
A motivação passa pela percepção de que a Justiça tem favorecido as mulheres em disputas familiares e criminais. Partes relatam que decisões judiciais costumam se apoiar mais na versão da suposta vítima do que em provas consistentes.
As medidas protetivas, que afastam o agressor da vítima, aparecem como ponto de atrito quando são baseadas em acusações falsas. Advogados da área destacam casos em que queixas de violência ou abuso são usadas como estratégia na disputa pela guarda das crianças, causando prejuízos emocionais.
Peso da palavra da vítima no sistema
Segundo o CNJ, declarações da mulher têm peso elevado no protocolo, o que pode influenciar decisões mesmo com provas limitadas. Especialistas alertam para riscos à presunção de inocência no judiciário atual.
Protocolo de gênero e revitimização
O CNJ estabelece encaminhamentos para julgar com foco na vulnerabilidade feminina, o que dificulta questionar contradições nos relatos das acusadoras. Questões legais sobre a defesa podem ser enquadradas como nova violência, dificultando investigações e a busca pela verdade.
Desigualdades nas penas entre homens e mulheres
Estudos indicam que homens, em igual condição criminal, costumam receber punições mais severas. Juristas citam exemplos como o tráfico em veículos, em que as passageiras podem ter menor chance de condenação que motoristas homens. O movimento pelos direitos dos homens utiliza esse viés para sustentar reivindicações por maior equilíbrio no sistema.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.
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